Análise das terapias biológicas inovadoras para doenças autoimunes: artrite reumatoide, lúpus e esclerose múltipla

Autores

  • Patrícia Leonardo Magalhães dos Santos Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
  • Luma Giovanna Santos Saldanha Centro Universitário Cesmac
  • Ethnary Monteiro de Melo Centro Universitário do Maranhão
  • Marjorie Correia de Andrade Universidade Potiguar
  • Poliana de Lima Santana Rocha Centro Universitário UniFacid
  • Francisco Juniele Soares Ribeiro Faculdade Santa Maria
  • Elton Luíz de Araújo Medeiros Universidade Federal da Paraíba
  • Marina de Oliveira Gadelha Souza Faculdade Santa Maria
  • Anne Letícia Gadelha Braga Faculdade Santa Maria
  • Luísa Moita Ferreira Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais
  • Clésia de Alcântara Alves Centro Universitário do Rio Grande do Norte

Resumo

Este artigo aborda as terapias biológicas inovadoras no tratamento de doenças autoimunes, com foco em artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico e esclerose múltipla. As doenças autoimunes representam um problema para a medicina moderna, devido à complexidade de suas etiologias e à variabilidade na resposta dos pacientes aos tratamentos convencionais. As terapias biológicas, desenvolvidas a partir de organismos vivos, têm revolucionado o manejo dessas doenças ao proporcionar uma abordagem mais específica. Neste sentido, este estudo visa analisar a eficácia, segurança e os avanços proporcionados por essas terapias biológicas nos últimos anos. Para atingir esses objetivos, foi realizada uma revisão da literatura científica, incluindo estudos clínicos, revisões sistemáticas e meta-análises publicadas nos últimos dez anos, acessados em bases de dados renomadas como PubMed, Scopus e Web of Science. A seleção dos artigos seguiu critérios de inclusão e exclusão, assegurando a relevância e a qualidade das evidências apresentadas. Os dados foram analisados qualitativamente, permitindo uma avaliação dos avanços e desafios no campo das terapias biológicas para doenças autoimunes. Logo, os resultados indicam que as terapias biológicas, como os inibidores de fator de necrose tumoral (TNF), inibidores de interleucina-6 (IL-6), e moduladores de células T e B, demonstram eficácia no controle da inflamação e na prevenção do dano tecidual. Estudos clínicos evidenciam que essas terapias melhoram a qualidade de vida dos pacientes e reduzem a progressão da doença, apesar dos desafios relacionados aos custos e ao monitoramento de efeitos adversos. Assim, conclui-se que as terapias biológicas constituem uma abordagem terapêutica essencial para o manejo de doenças autoimunes, destacando-se a necessidade de contínua pesquisa para otimização e desenvolvimento de novas intervenções.

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Publicado

2024-07-19

Como Citar

Santos, P. L. M. dos, Saldanha, L. G. S., Melo, E. M. de, Andrade, M. C. de, Rocha, P. de L. S., Ribeiro, F. J. S., … Alves, C. de A. (2024). Análise das terapias biológicas inovadoras para doenças autoimunes: artrite reumatoide, lúpus e esclerose múltipla. Revista Coopex., 15(3), 5833–5846. Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/coopex/article/view/1084

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Artigos

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