Hipertensão arterial sistêmica: dados epidemiológicos de uma unidade básica de saúde do interior da Paraíba

Autores

Palavras-chave:

Doença Crônica; Atenção Primária à Saúde; Doenças Cardiovasculares.

Resumo

Objetiva-se conhecer dados epidemiológicos e a prevalência da Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) de uma Unidade Básica de Saúde da Paraíba. Trata-se de uma pesquisa documental retrospectiva, por análise de dados qualitativos e quantitativos em fontes secundárias. Os dados foram obtidos a partir dos registros do Prontuário Eletrônico do Cidadão® e do Instrumento Para Reconhecimento de Território. A HAS acometeu 13% dos adultos e 35% dos idosos. A prevalência inferior de casos registrados indica que a população adscrita está abaixo do previsto no último Consenso Brasileiro de Hipertensão. A faixa etária mais diagnosticada foi dos 40 aos 49 anos. As mulheres hipertensas predominaram quase duas vezes (64,6% do total) mais que os homens. Ainda que o sexo feminino tenha sido mais prevalente, os resultados foram inferiores às estimativas nacionais, o que requer uma atenção especial, pois pode relacionar-se ao subdiagnóstico ou baixo cadastramento de usuários.

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Publicado

2024-12-20

Como Citar

Lima, J. E. M., & Sousa, M. N. A. de. (2024). Hipertensão arterial sistêmica: dados epidemiológicos de uma unidade básica de saúde do interior da Paraíba. Revista Coopex., 15(4), 6928–6936. Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/coopex/article/view/6023

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