Análise cognitiva em pacientes idosos: atuação de neurologistas e geriatras
Palavras-chave:
Neurologia; Geriatria; Testes Neuropsicológicos; Cognição; Doença de Alzheimer.Resumo
Objetivou-se analisar a atuação de neurologistas e geriatras quanto a cognição em idosos, apresentando abordagens clínicas e éticas envolvidas, com base na literatura publicada nos últimos seis anos. Realizou-se uma revisão integrativa em bases como National Library Of Medicine (PubMed), Science Direct e World Wide Science (WWS). Inclui-se estudos entre 2018-2024, e que estivessem relacionados com diagnósticos do declínio cognitivo por ambas as especialidades, bem como discussões éticas sobre autonomia e consentimento. Os resultados mostram que neurologistas empregam exames de neuroimagem e biomarcadores para o diagnóstico precoce de doenças neurodegenerativas, enquanto os geriatras adotam uma abordagem mais holística, considerando também fatores como fragilidade e polifarmácia. Em relação às questões éticas, observou-se que os geriatras abordam o diagnóstico com maior cautela, equilibrando os benefícios da detecção precoce com as possíveis fragilidades emocionais para o paciente e sua família. Apesar das diferenças, ambos se preocupam com intervenções precoces. A revisão revela que, apesar das diferenças metodológicas, as atuações de neurologistas e geriatras são complementares no manejo do declínio cognitivo em idosos. Há uma necessidade crescente de integração entre essas especialidades e de mais estudos sobre novas ferramentas diagnósticas e abordagens éticas no cuidado aos pacientes idosos, para melhorar a qualidade do tratamento e a gestão das condições cognitivas.
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Copyright (c) 2024 Pedro Henrique Caroca Cavalcante dos Santos, Yanne Maria da Costa Anacleto Estrela, Milena Nunes Alves de Sousa

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