Abordagem endoscópica para fístula gástrica pós gastrectomia vertical e derivação gástrica em Y de roux

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Resumo

Introdução: A fístula gástrica corresponde a uma das complicações pós-operatórias que um paciente submetido a uma cirurgia bariátrica vertical ou derivação intestinal em Y de Roux, consistindo em um vazamento do conteúdo estomacal para regiões que não deveriam recebê-lo através de uma comunicação anormal do TGI para com outras estruturas. Objetivo: Explorar a eficácia e os benefícios da abordagem endoscópico-cirúrgica para como alternativa de tratamento para fístula gástrica desenvolvida após gastrectomia vertical e derivação gástrica em Y de Roux. Metodologia: Revisão Integrativa da Literatura, realizada nas plataformas de busca Medical Publisher(PUBMED), Biblioteca Virtual em Saúde(BVS) e Brasil Electronic Library Online (SCIELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE),  utilizando-se Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) em inglês associados a utilização do operador booleano(AND): “Fistula”, “Bariatric Surgery”, “Gastrointestinal Endoscopic Surgical Procedures”. Aplicando os critérios de inclusão e exclusão, restaram 14 artigos. Resultados e Discussão: Os países com maior prevalência foram Estados Unidos (21%) e Brasil (21%). O idioma e o tipo de estudo mais recorrente foi o inglês (85%) e Relato de Caso (43%). Tanto para gastrectomia vertical laparoscópica (LSG) quanto para o bypass gástrico em Y de Roux (RYGB), foi demonstrado que a cirurgia laparoscópica reduz a incidência de vazamentos e fístulas, bem como as taxas de mortalidade em comparação à cirurgia aberta. Conclusão: Os benefícios da abordagem endoscópica são ganhos de abreviação de tempo de internação e redução de custos, além de proporcionar ao paciente melhor tratamento e uma maior efetividade de cura.

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Publicado

2024-12-21

Como Citar

de Almeida Junior, E. P. (2024). Abordagem endoscópica para fístula gástrica pós gastrectomia vertical e derivação gástrica em Y de roux. Revista Coopex., 15(4), 7348–7361. Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/coopex/article/view/6060

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Artigos

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