Relação entre a automedicação de cães e gatos e a resistência antibacteriana em Santana do Seridó - RN.

Autores

  • João Vittor de Azevedo Figueirêdo Centro Universitário de Patos
  • Talícia Maria Alves Benício
  • Leticia Ferrer de Almeida Macieira
  • Vitor Manoel dos Santos Medeiros
  • Wanessa Vitória de Morais Silva
  • Claúdia Morgana Soares https://orcid.org/0000-0001-5386-4206

DOI:

https://doi.org/10.61223/coopex.v16i02.7035

Palavras-chave:

antibacterianos em animais, antibióticos, saúde única

Resumo

A automedicação em cães e gatos e a resistência bacteriana é um tema relevante na medicina veterinária contemporânea. A disponibilidade de medicamentos de venda livre e busca por alternativas rápidas e acessíveis para tratamento dos animais de estimação tornou a prática da automedicação comum entre os tutores de pets. Portanto, compreender a interação entre automedicação e resistência bacteriana em animais de estimação é fundamental para práticas responsáveis de cuidado com a saúde dos pets e preservar a eficácia dos antibióticos na medicina veterinária e humana. Portanto o trabalho teve o objetivo de investigar a prevalência da prática da automedicação em cães e gatos, analisando a relação direta entre a prática da automedicação e o desenvolvimento da resistência antibacteriana. A pesquisa foi descritiva, de campo, com abordagem qualitativa e quantitativa com dados obtidos a partir de um questionário abordando dados sociodemográficos e de conhecimento sobre o uso de medicamentos, aplicado em 75 residências na cidade de Santana do Seridó RN. Observou-se que o gênero e o grau de escolaridade não influenciaram quanto a fazer uso da automedicação. A maioria dos animais criados são cães (55,8%), com tutores na faixa de 18 a 35 anos com grau de escolaridade em nível superior e não são da área da saúde. Verificou-se também um índice elevado de automedicação (60,5%) principalmente sem orientação de um médico veterinário. Muitos medicamentos são administrados sem receita e sem conhecimento do seu uso, apesar de terem consciência sobre a resistência bacteriana. Nesse sentido conclui-se que o combate a resistência bacteriana requer maior controle, educação e supervisão para que se tenha assegurado a saúde dos animais, do homem e do meio ambiente de maneira integrada e sustentável.

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Publicado

2025-12-16

Como Citar

de Azevedo Figueirêdo, J. V., Alves Benício, T. M., Ferrer de Almeida Macieira, L., dos Santos Medeiros, V. M., de Morais Silva, W. V., & Soares, C. M. (2025). Relação entre a automedicação de cães e gatos e a resistência antibacteriana em Santana do Seridó - RN. Revista Coopex., 16(02), 8.303–8.315. https://doi.org/10.61223/coopex.v16i02.7035

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