Quando solicitar a ultrassonografia no primeiro trimestre para o rastreio de pré-eclâmpsia: impactos no desfecho pré-natal

Autores

  • Gabriel Ribeiro Viana Faculdade de Minas
  • Tainá Ruas Costa Centro Universitário dos Guararapes
  • Dimitrius Vidal de Oliveira Garbis Universidade Federal do Maranhão
  • Anna Paula de Oliveira Simiema Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos
  • Carlos Augusto Cavalcante Filho Centro Universitário do Maranhã
  • Gabriel Dávila Conte Universidade Metropolitana de Santos
  • Mariana de Arruda Frazão Centro Universitário do Maranhão
  • José Noleto Sales Neto Escola Superior de Ciências da Saúde
  • Diego da Silva Bezerra Faculdade Santa Maria
  • Lucas Teixeira Campos Queiroz Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais

Palavras-chave:

Diagnóstico precoce; Saúde materno-fetal; Monitoramento gestacional; Intervenções preventivas; Estratégias de rastreamento.

Resumo

O presente artigo aborda a relevância da ultrassonografia no primeiro trimestre gestacional como ferramenta no rastreio da pré-eclâmpsia, uma condição hipertensiva específica da gravidez que pode levar a complicações para a mãe e para o feto. Neste sentido, a pesquisa objetivou analisar os impactos do uso precoce da ultrassonografia no prognóstico pré-natal de gestantes com risco de desenvolver pré-eclâmpsia, contribuindo para a detecção antecipada e o manejo adequado desta condição. Para isso, foi realizada uma revisão de literatura, envolvendo artigos, bases de dados e publicações científicas que discutem a aplicação da ultrassonografia no primeiro trimestre como estratégia de rastreamento para pré-eclâmpsia. A metodologia empregada consistiu na seleção de estudos que abordam a eficácia, os benefícios e as limitações da ultrassonografia precoce, considerando variáveis como a medição da pressão arterial, características do fluxo sanguíneo uterino e a presença de biomarcadores específicos. Neste contexto, esta revisão permitiu uma análise comparativa entre diferentes abordagens de rastreio, avaliando a sensibilidade, especificidade e os possíveis desfechos para a saúde materno-fetal em casos de intervenção precoce. Os resultados obtidos indicam que o rastreio por ultrassonografia no primeiro trimestre pode melhorar a identificação de gestantes em alto risco para desenvolvimento de pré-eclâmpsia, permitindo a implementação de estratégias preventivas, como o uso de aspirina em baixa dose, e uma vigilância gestacional mais rigorosa. Observou-se também que essa prática pode contribuir para a redução de complicações graves associadas à pré-eclâmpsia, incluindo o desenvolvimento de condições mais severas como a eclâmpsia e a síndrome HELLP, melhorando assim os desfechos pré-natais.

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Publicado

2024-04-13

Como Citar

Viana, G. R., Costa, T. R., Garbis, D. V. de O., Simiema, A. P. de O., Filho, C. A. C., Conte, G. D., … Queiroz, L. T. C. (2024). Quando solicitar a ultrassonografia no primeiro trimestre para o rastreio de pré-eclâmpsia: impactos no desfecho pré-natal. Revista Coopex., 15(02), 4994–5007. Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/coopex/article/view/843

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