Qualidade de vida e longevidade: o risco de doenças crônicas na vida adulta ocasionadas pela obesidade na adolescência

Autores

  • Ângelo Gabrielli Faculdade de Minas, Belo Horizonte, Minas Gerais
  • Giselle Cândida Pires Silva Centro Universitário de Belo Horizonte, Buritis, Minas Gerais
  • Ana Júlia de Melo Agustini Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, Paraná
  • Mariana de Arruda Frazão Centro Universitário do Maranhão, São Luís, Maranhão
  • Bruna Lopes Cacau Centro Universitário INTA, Sobral, Ceará
  • Bárbara Rodovalho Gomes Universidade Federal do Amazonas, Manaus, Amazonas, Brasil
  • Jamily Lucena Salviano Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande, Campina Grande, Paraíba
  • Gabriel Bravo Carneiro Tatagiba Universidade Unigranrio Afya, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
  • Olivia Duarte de Oliveira Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, Minas Gerais
  • José Antônio de Macêdo Filho Universidade Federal de Campina Grande, Cajazeiras, Paraíba

Resumo

A obesidade na adolescência está crescendo globalmente e está associada a diversas doenças crônicas na vida adulta, como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. Este capítulo revisa a literatura sobre como a obesidade juvenil afeta a qualidade de vida e a longevidade, abordando alterações metabólicas e hormonais, bem como implicações psicológicas, como baixa autoestima e depressão. Utilizando a plataforma BVS e bases como LILACS e PUBMED, foram selecionados estudos de 2018 a 2023 que examinam as consequências da obesidade na adolescência. Os resultados indicam que a obesidade juvenil contribui significativamente para a redução da qualidade de vida e o aumento do risco de doenças crônicas, destacando a necessidade urgente de intervenções precoces e políticas públicas voltadas à prevenção e tratamento da obesidade. É importante ressaltar que a responsabilidade de combater a obesidade na adolescência não recai apenas sobre os indivíduos afetados, mas também sobre os sistemas de saúde, governos e comunidades. Investimentos em políticas públicas voltadas para a promoção de ambientes saudáveis, bem como campanhas de conscientização, são essenciais para enfrentar esse desafio crescente e garantir uma vida mais saudável e longa para as gerações futuras.

Referências

FONTES, Paula Adriana dos Santos de et al. Comportamento Sedentário, Hábitos Alimentares e Risco Cardiometabólico em Crianças e Adolescentes Fisicamente Ativos. Revista de Saúde Pública, v. 47, p. 1-10, 2022.

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MACHADO, Thiago et al. Qual é a influência da microbiota na obesidade e em seu quadro inflamatório? Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, v. 16, n. 118, p. 1047-1054, 2022.

MARQUES, Eunairaha et al. Qualidade de vida da população com sobrepeso na Atenção Básica de Saúde. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, v. 17, n. 44, p. 2308-2313, 2022.

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Publicado

2024-08-14

Como Citar

Gabrielli, Ângelo, Silva, G. C. P., Agustini, A. J. de M., Frazão, M. de A., Cacau, B. L., Gomes, B. R., … Macêdo Filho, J. A. de. (2024). Qualidade de vida e longevidade: o risco de doenças crônicas na vida adulta ocasionadas pela obesidade na adolescência. Revista Coopex., 15(3), 6322–6337. Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/coopex/article/view/853

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Artigos

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