Nível de atividade física e disfunções osteomusculares de colaboradores de uma instituição de ensino superior do sertão paraibano

Autores

DOI:

https://doi.org/10.61223/coopex.v17i02.8681

Palavras-chave:

Atividade física. Colaboradores. Transtornos traumáticos cumulativos.

Resumo

O ambiente laboral denota maior produtividade, aumentando a complexidade das tarefas, o que expressa novas exigências, sobretudo, quando se trata da prática de atividade física. Dessa forma, a pesquisa objetivou conhecer os níveis de atividade física e disfunções osteomusculares relacionadas ao trabalho de colaboradores de uma Instituição de Ensino Superior no Sertão Paraibano. Trata-se de uma pesquisa de campo, do tipo exploratória e de abordagem quantitativa de corte transversal. A amostra foi constituída de 130 colaboradores de uma instituição de ensino superior privada da cidade de Patos – PB, com idades variando de 19 a 59 anos (M=33,68; DP=10,60) e sendo majoritariamente do sexo feminino (58,5%), casada (50%) e com ensino superior completo (31,5%). Foi utilizado um questionário semiestruturado e, também, o IPAQ e o NMQ. Para análise dos dados foi utilizado o software estatístico SPSS, versão 25. No que concerne às medidas dos fatores da escala IPAQ, foi realizado estatísticas descritivas das atividades físicas e disfunções osteomusculares, sendo observado uma média maior para as atividades físicas realizadas para fins de trabalho, enquanto a menor medida foi para as atividades físicas realizadas para fins de recreação, esporte, exercício e de lazer. Acerca dos relatos sobre a presença de sintomas osteomusculares cotidianos, os participantes sinalizaram sentir mais dores nos membros inferiores e superiores. Conclui-se que o ambiente de trabalho é menos favorável ao colaborador quando se trata da pratica de atividade física e dos determinantes para implementá-la como alternativa e proposta de qualidade de vida no ambiente laboral.

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Publicado

2026-08-14

Como Citar

RODOLFO NETO, A., & Simões Bezerra, A. (2026). Nível de atividade física e disfunções osteomusculares de colaboradores de uma instituição de ensino superior do sertão paraibano. Revista Coopex., 17(02), 8.684– 8.702. https://doi.org/10.61223/coopex.v17i02.8681

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