ESTRESSE OCUPACIONAL COMO FATOR DESENCADEANTE PARA O DESENVOLVIMENTO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

Autores

  • MARIANA MOREIRA BATISTA Unifip - Patos PB

Palavras-chave:

Infarto, Estresse ocupacional, Sofrimento psicológico

Resumo

O esgotamento e a exaustão mental se correlacionam com a rotina trabalhista exacerbada, intensificando assim uma maior probabilidade do surgimento das doenças cardiovasculares. Neste seguimento, o objetivo deste estudo foi analisar o estresse ocupacional como fator de risco para as doenças cardiovasculares, tornando, assim, um tema de altíssima relevância, pois mostra a necessidade latente de observação desta população, que muitas vezes é negligenciada diante a sociedade, e isto levará a uma melhor intervenção para garantir segurança e uma maior qualidade de vida. O estudo trata-se de uma Revisão Integrativa de Literatura, utilizando-se duas bases de dados: ScienceDirect e World Wide Science, sendo encontrados, a partir dos DeCS, 370 publicações que após aplicabilidade dos critérios de inclusão e exclusão, com uma amostra final de 16 artigos. Dessa forma, os ambientes susceptíveis a um convívio conflituoso, com ansiedade e depressão, contribuem fortemente para o desenvolvimento de disfunções circulatórias, a partir dos comportamentos emocionais e ocupacionais que os indivíduos vivenciam em suas condutas rotineiras. Por fim, o desenvolvimento das doenças cardiovasculares em razão das alterações psicológicas e do estresse ocupacional são recorrentes na sociedade atual por se apresentarem em uma era do isolamento social, desemprego e do mundo tecnológico.

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Publicado

2024-07-22

Como Citar

BATISTA, M. M. (2024). ESTRESSE OCUPACIONAL COMO FATOR DESENCADEANTE PARA O DESENVOLVIMENTO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES. Repositório Institucional Do Unifip, 7(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/1182