USO DE MEDICAMENTOS CARDIOPROTETORES NA REDUÇÃO DE RISCO CARDIOTÓXICO EM MULHERES EM TERAPIA COM ANTRACÍCLICOS E AGENTES ANTI-HER2
Palavras-chave:
Neoplasias da Mama, Cardiotoxicidade, Prevenção de DoençasResumo
As disfunções cardíacas causadas pela cardiotoxicidade da terapia do câncer de mama é a complicação mais significativa para o aumento das taxas de morbidade e mortalidade nessas pacientes. Sendo essencial a realização de estudos que elucidem o real benefício das medicações cardioprotetores na população adulta sob terapia antineoplásica com antraciclinas e agentes anti-HER2. Objetivo: Avaliar a efetividade de medicamentos cardioprotetores na diminuição do risco de cardiotoxidade em pacientes com câncer de mama em uso de antracíclicos e agentes anti-HER. Metodologia: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura realizada nas bases de dados Medical Literature Analysis and Retrievel System Online, Medical Publisher e ScienceDirect. Selecionaram-se nove estudos com metodologias caracterizada como ensaios clínicos randomizados e que tenham sido publicados entre 2010 e 2020 nos idiomas inglês, espanhol e português. Resultados: Dos trabalhos incluído, cinco estudos abordaram os betabloqueadores (BB) como intervenção e dois utilizaram inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA), apenas duas pesquisas compararam diretamente o impacto entre BB e IECA na profiláxia da cardiotoxicidade. Conclusão: O uso de terapia profilática para cardiotoxicidade induzida por tratamentos antineoplásicos é de fundamental importância para melhorar o prognóstico e qualidade vida dos pacientes e o Carvedilol foi a intervenção mais estudada e com maior efeito benéfico comprovado.
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