REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA SOBRE A UTILIZAÇÃO DE ASPIRINA NA PREVENÇÃO DA PRÉ-ECLÂMPSIA
Palavras-chave:
Aspirina, Prevenção, Pré-eclâmpsiaResumo
Os distúrbios da hipertensão arterial durante a gravidez, especialmente a pré-eclâmpsia, são considerados, nos países em desenvolvimento, uma das principais causas de doenças maternas e natimortos. A fim de se obter um maior conhecimento da fisiopatologia da EP e evitar as manifestações clínicas da doença e seus efeitos, estudos relacionados à adição de princípios ativos na fisiopatologia, em especial avaliando o uso do ácido acetilsalicílico. A aspirina (dose baixa) em mulheres identificadas com risco aumentado de pré-eclâmpsia dependendo das características clínicas causa redução de 25% na pré-eclâmpsia, além de diminuir as taxas de nascimentos prematuros. Com o intuito de analisar as apreciações da literatura sobre o tema e sobre casos sinalizados, o desenvolvimento deste estudo baseia-se na revisão integrativa de literatura. A junção das informações coletadas permitiu observar a quase unanimidade acerca do uso de ácido acetilsalicílico em baixas doses para gestantes com alto risco de adquirir pré-eclâmpsia no início da 16ª semana de gestação, ou mesmo antes, o que pode gerar melhoras significativas devido aos resultados observados em estudos que relatam eficácia e redução do risco de perinatal mortalidade, obstrução do crescimento intrauterino e nascimento. Sendo assim, conclui-se que a eficácia do tratamento não é questionada por parcela considerável dos pesquisadores.
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