1Graduanda em Enfermagem pelo Centro Educacional de Ensino Superior de Patos-CEESP, Patos-PB, 2019, email: [email protected]. 2 Enfermeira. Mestre em Enfermagem pela UFRN. Doutoranda em Ciências da Saúde pela FCMSCSP. Docente do Centro Educacional

Autores

  • JOSELANIA SANTOS Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Diabetes Mellitus, Domicilio.Insulina, Saúde Pública

Resumo

RESUMO: Introdução:O diabetes mellitus é uma síndrome metabólica, que ocorre quando o
pâncreas não é capaz de produzir o hormônio insulina em quantidade considerável ou o
hormônio não é capaz de agir de maneira adequada. Um dos tratamentos mais importantes
para pessoas com DM e também o que requer mais cuidados é a insulinoterpia, que além de
atenção quanto aos procedimentos de administração, é uma fonte produtora de
resíduos.Objetivo:Descrever as dificuldades enfrentadas pelos pacientes insulinodependentes
no descarte do material perfurocortante.Materiais e Métodos: Trata-se de uma pesquisa
descritiva, exploratória com abordagem quantitativa realizada em 04 Unidades de Estratégia
de Saúde da Família, localizado no município de Jardim do Seridó-RN, no período de
fevereiro a março de 2019, constituída por 36 pacientes diabéticos. A coleta de dados foi
realizada através da aplicação de um formulário contendo perguntas objetivas. A pesquisa foi
mediante aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa das Faculdades Integradas de Patos
através do CAE:04318318.0.0000.5181.Resultados: A maioria dos participantes da pesquisa
são do sexo feminino (69,4%), com idade entre 60 e 69 anos (27,8%), casados (47,2%), com
ensino fundamental incompleto (55,6%) e renda de um salário mínimo (52,8%).Em relação à
análise das características do diabetes mellitus e do seu tratamento foi encontrado uma maior
frequência de indivíduos com o tipo 2 da doença (61,1%), que apresentam um tempo de
diagnóstico de 11 a 15 anos (27,8%) e tempo de insulinoterapia de seis a dez anos (33,3%),
utilizando a insulina do tipo NPH (50,0%). A forma de descarte de agulhas para canetas e
seringas mais citada foi no lixo com a capa protetora (44,4%), tendo como destino o
recipiente de lixo comum (22,2%). Conclusão: Assim sendo, é de total importância o
conhecimento do descarte adequado dos materiais perfurocortantes por parte dos usuários,
como também as orientações corretas desse descarte por parte dos profissionais da saúde.

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Publicado

2024-07-30

Como Citar

SANTOS, J. (2024). 1Graduanda em Enfermagem pelo Centro Educacional de Ensino Superior de Patos-CEESP, Patos-PB, 2019, email: [email protected]. 2 Enfermeira. Mestre em Enfermagem pela UFRN. Doutoranda em Ciências da Saúde pela FCMSCSP. Docente do Centro Educacional . Repositório Institucional Do Unifip, 4(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/1674

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