QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS QUE SÃO ACOMPANHADOS PELO CRAS
Palavras-chave:
Assistência a Idosos, Qualidade de vida, Serviço de SaúdeResumo
desigualdade social e econômica do Brasil, tem acarretado grande parte da sociedade brasileira,
principalmente os números de idosos. É fundamental na terceira idade, haja qualidade de vida, pois é nesse
período que mais surgem às doenças crônicas como a diabetes, hipertensão, com isso, os idosos necessitam de
determinados cuidados, orientações, mudanças de hábitos alimentares, pratica de atividades físicas etc.
OBJETIVO Identificar os benefícios para a saúde dos idosos que frequentam o grupo do CRAS.
METODOLOGIA O estudo é do tipo exploratório, descritivo, com abordagem quantitativa. A pesquisa foi
realizada no CRAS–no município de Ouro Velho – PB., Teve como critério de inclusão, todos idosos
cadastrados e que frequentam semanalmente o CRAS, já como critérios de exclusão utilizou-se os idosos que
não frequentam regularmente as atividades desenvolvidas no CRAS, com idade inferior a 60 anos e os que não
se fizeram presente no momento da entrevista.
RESULTADOS A maioria dos idosos estão na faixa etária dos 60-65 anos que corresponde a 36,1%, são do
sexo feminino, de cor pardo, casados, possuem filhos, ensino fundamental incompleto, não vivem sozinho, mas
com companheiro (a), filhos (as) ou com outras pessoas, não trabalham, são aposentados, e frequentam uma
religião e são católicos ativo. Em síntese possuem autopercepção da saúde relativamente satisfatória; praticam
atividades diárias sozinho; fazem caminhadas, se alimentam diariamente de 1 a 3 vezes por dia, consultas
médicas frequentes; não apresentam sentimentos negativos; possuem relações pessoais boa; estão satisfeitos com
o acesso dos serviços de saúde e mantem-se a sua participação nos eventos do CRAS. CONCLUSÃO dos 36
entrevistados durante o período da realização da pesquisa, apresentou um quantitativo positivo para a qualidade
de vida cotidiana, e, portanto, estes resultados corroboram para o fornecimento de informações concretas para a
elaboração de ações conjuntas de saúde, partindo do pressuposto que certos aspectos podem contribuírem para a
melhoria da qualidade de vida, autoestima e independência dos idosos atendidos nesses centros assistenciais.
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