MORBIDADE HOSPITALAR DEVIDO AS DOENÇAS CEREBROVASCULARES NA PARAÍBA
Palavras-chave:
Morbidade, Doenças cerebrovasculares, Doenças crônicas não transmissíveis, Doenças do aparelho circulatórioResumo
As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) representam o maior problema
global de saúde, causando um alto índice de mortalidade precoce, além de gerar
alto grau de limitação e incapacidade. A prevalência das causas de óbito pelas DAC
(doenças do aparelho circulatório) inclui as doenças isquêmicas do coração, as
doenças hipertensivas e as doenças cerebrovasculares (DCBV). No Brasil, as DCBV
são a primeira causa de morte, 50,1% dos casos acometidos são do sexo
masculino. Este trabalho objetivou descrever o perfil da morbidade hospitalar devido
às doenças cerebrovasculares na Paraíba, no período de 2015 a 2018. Os dados
foram obtidos através do TabNet (DATASUS), sendo este um sistema de
informações pertencente ao Ministério da Saúde, os mesmos foram expostos em
tabelas e gráficos. Ao comparar os resultados das tabelas, observou-se que o
público idoso é o mais venerável em ambos os sexos, porém o feminino ainda se
sobressai, com diferença mínima. Com isso, conclui-se que o público de 80 anos a
mais e o sexo feminino apresentam-se mais vulneráveis a patologia e também
quanto aos casos de óbito. Já no que se refere ao tempo de internação, verificou-se
que o sexo masculino é o que permanece internado por mais tempo, sendo a faixa
etária menor de um ano de idade é a que está em evidência, tendo o gênero
masculino o índice mais elevado. Quando comparamos com o sexo feminino, a faixa
etária mais comprometida é a de 35 a 39 anos.
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