DESEMPENHO DA TOMOSSÍNTESE MAMÁRIA NO DIAGNÓSTICO DE MICROCALCIFICAÇÕES: REVISÃO INTEGRATIVA
Palavras-chave:
Câncer de mama. Microcalcificações. Tomossíntese mamáriaResumo
A multiplicação desordenada das células ocorrem a partir de comportamentos distintos e características próprias de cada tipo de tumor, no qual variam entre carcinoma ductal invasivo, carcinoma lobular in situ, carcinoma lobular invasivo e carcinoma ductal in situ. Na década de 70, foi comprovada a relação direta entre o exame de mamografia e a diminuição do histórico de anomalias relacionadas ao câncer de mama, através das primeiras pesquisas relacionadas a peças cirúrgicas de mastectomia contendo microcalcificações, as quais ocorreram a partir do ano de 1913. O exame de mamografia é considerado padrão ouro, mesmo apresentando limitações do tipo: altas dosagens e elevadas taxas de falso-positivos, mas apesar das restrições encontradas por meio desse método, é possível visualizar microcalcificações sugestivas de tumores malignos ou não-malignos, as quais podem simbolizar indícios de câncer de mama. A Fim de melhorar as dificuldades apresentadas através da mamografia, surgiu a Tomossíntese mamária (TM), a qual propicia uma avaliação tridimensional da mama de forma precisa, sendo realizada por meio de métodos similares ao exame de mamografia, fazendo o uso de raios X e utilizando uma dose média de 1,45 mGy. Esse método agregado a estudos histopatológicos de biópsias mamárias de pacientes portadoras de mamografias contendo microcalcificações suspeitas, nos permite realizar uma análise padronizada de todo o tecido mamário, e os mesmos comprovam que o câncer de mama está presente em até 30% dos casos.
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