RESSONÂNCIA MAGNÉTICA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO DA ESQUIZOFRENIA
Palavras-chave:
esquizofrenia, ressonância magnética na esquizofrenia, diagnóstico por imagem da esquizofrenia.Resumo
Atualmente existe grande diversidade para realizar diagnósticos por imagem, que nos possibilitam fazer análise do encéfalo de pacientes com esquizofrenia, estudos laboratoriais realizados para identificação de desequilíbrios do organismo em pacientes esquizofrênicos, são feitos desde do início do século XX. Iniciando com estudo em cadáveres e depois evoluído para análises in vivo utilizando a tomografia computadorizada e ressonância magnética. Porém, a ressonância mostrou sua eficácia para o estudo da esquizofrenia, pela eliminação da radiação ionizante, maior detalhamento morfológico das imagens e possibilitou um estudo funcional do encéfalo. Tal análise mostrou alterações de estrutura nos lóbulos temporais, lóbulo frontal, lóbulo parietal e aumento dos sulcos corticais e ventrículos laterais, se tornando anormalidades características da esquizofrenia. Já estudos funcionais apresentaram manifestações no córtex temporal esquerdo responsável pelos processos linguísticos e auditivos. Os exames replicando os achados de hipofrontalidade durante tarefas cognitivas, e outros mostrando anormalidades em áreas límbicas durante tarefas de indução a tristeza, e confirmando a teoria pré- frontoparietal, sendo ligados e comparados com sintomas da esquizofrenia. Desse modo a RM tem se mostrado confiável e mais utilizados para estudos de distúrbios cognitivos, podendo ter grande evolução na área para maior contribuição no estudo da esquizofrenia.
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