ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE BAIXO CAMPO E 1,5 TESLA NO DIAGNÓSTICO DE ENDOMETRIOSE

Autores

  • LUCAS ALMEIDA FARIAS Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Endometriose. Ressonância magnética. Sensibilidade.

Resumo

Ao considerar o aumento da incidência da endometriose e na tentativa de diagnosticá-la mais precocemente, vários autores têm avaliado a ressonância magnética como um método de reconhecimento não invasivo dessa doença. Desta forma o diagnostico antecipado pode proporcionar cirurgias menos traumáticas e que preservam a função reprodutiva determinando melhor futuro reprodutivo a estas pacientes. Assim, presente estudo tem por objetivo descrever os aspectos de imagem das lesões de endometriose com a utilização da RM de baixo campo e 1,5 teslas e avaliar a capacidade desde método para o diagnóstico da endometriose no acometimento de múltiplos sítios (ovários, bexiga, ureteres, vagina, dentre outras regiões). Para alcançar o objetivo proposto, foi realizado o levantamento bibliográfico, nas bases de dados disponíveis, por meio de artigos científicos publicados em periódicos e algumas bases, a saber: BVS, LILACS, Scielo e também utilizou-se da contribuição de dissertações. A RM é uma das modalidades de exames que pode ser realizadas para a detecção de endometriose, sendo que a de baixo campo (0,2 T) possui baixa sensibilidade de diagnósticos em casos que as lesões sejam pequenas, enquanto que a de alto campo (1,5 T) possui alta sensibilidade, porém, é elevado o custo do exame, bem como a compra do equipamento e manutenção, fato este que limita que a grande maioria das mulheres tenha acesso a este serviço por meio do Sistema Único de Saúde. Apesar da escassez de publicações sobre a temática, foi possível evidenciar a importância da RM no diagnóstico da endometriose, bem como mostrar as vantagens existentes entre o exame realizado com a RM de baixo e alto campo.

 

 

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Publicado

2024-08-20

Como Citar

FARIAS, L. A. (2024). ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE BAIXO CAMPO E 1,5 TESLA NO DIAGNÓSTICO DE ENDOMETRIOSE. Repositório Institucional Do Unifip, 1(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/2768

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