OS BENEFÍCIOS DA MUSICOTERAPIA COMO INSTRUMENTO TERAPÊUTICO NO TRATAMENTO DO CÂNCER

Autores

  • MARIA FERNANDA GOUVEIA OLINTO Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Bem-estar. Cuidado. Musicoterapia. Saúde Mental. Tratamento Oncológico.

Resumo

A música além de ser uma experiência sensível, ou capaz de aguçar a mente, é também um importante instrumento no cuidado, no controle e redução de distúrbios de humor, atuando na melhoria do bem-estar físico, emocional ou mental. Diante disso, esta pesquisa teve como objetivo analisar de que forma a música contribui para o alívio da dor, da ansiedade e da fadiga de pacientes em processo de tratamento oncológico, como vai auxiliar na redução dos sintomas adversos, facilitar na compreensão e reflexão sobre o processo de adoecimento, o câncer, e suas formas de enfrentamento, e como a escolha do repertório permite que os pacientes entrem em contato com suas emoções, de modo que, favoreça a aderência ao tratamento. Para tanto, a pesquisa foi realizada com 7 pacientes em tratamento oncológico do Instituto de Combate ao Câncer (IPCCAN), obedecendo os critérios de inclusão e exclusão. Na primeira etapa foi realizada uma entrevista, afim de conhecer a proximidade e familiaridade do paciente com o instrumento, e na segunda etapa, foram realizados momentos musicais interventivos, posteriormente sendo realizada uma entrevista totalmente livre. Os dados foram analisados por meio de um software de análises de dados textuais, o Iramuteq. Ao fim desta pesquisa, foi possível comprovar a efetividade e eficácia da musicoterapia no tratamento oncológico, no enfrentamento diante dos sintomas que surgem durante o processo, e na facilitação da comunicação de pacientes, ao passo que se comprovou que o uso de instrumentos, ritmos, sons, vozes, e melodias permitem também que o paciente colabore com o tratamento.

 

 

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Publicado

2024-08-27

Como Citar

OLINTO, M. F. G. (2024). OS BENEFÍCIOS DA MUSICOTERAPIA COMO INSTRUMENTO TERAPÊUTICO NO TRATAMENTO DO CÂNCER. Repositório Institucional Do Unifip, 6(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/3176

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