POTENCIAL CICATRIZANTE DO MASTRUZ (Chenopodium ambrosioides) EM PACIENTES ACOMETIDOS POR ESTOMATITE AFTOSA RECORRENTE: REVISÃO SISTEMÁTICA
Palavras-chave:
Mastruz; Estomatite aftosa recorrente; Fitoterapia.Resumo
A Estomatite Aftosa Recorrente (EAR) é uma condição comum caracterizada por úlceras múltiplas, pequenas, ovoides, com margem circunscrita, halo eritematoso e fundo amarelo ou cinza, com aparecimento típico primeiramente na infância ou adolescência. C. ambrosioides é uma planta herbácea de pequeno porte, possui propriedades aromáticas fortemente notáveis e características peculiares, sendo seu princípio ativo encontrado no óleo de suas sementes. Este trabalho tem como objetivo descrever, através de uma revisão sistemática o potencial do extrato do mastruz (chenopodium ambrosioides) no tratamento da Estomatite Aftosa Recorrente (EAR). Foi realizada uma revisão bibliográfica, através das bases de dados Scielo e Google Acadêmico, utilizando os descritores “mastruz”, “estomatite aftosa recorrente” e “fitoterapia”, para artigos publicados entre 2010 e 2020. Esta planta possui propriedades de grande potencial antiparasitário, sendo considerada tóxica quando administrada em altas doses, independentemente da via de administração. O uso da Chenopodium ambrosioides no tratamento da EAR pode ajudar na cicatrização e na prevenção das lesões orais, diante do potencial antibacteriano, antifúngico e anti-inflamatório que possui. O uso do C. ambrosioides se mostrou bastante promissora, servindo de alternativa terapêutica e desta forma constata-se a necessidade da busca constante por alternativas terapêuticas, e as plantas medicinais têm demonstrado uma perspectiva bastante promissora, elencando uma série de possibilidades e aplicações clínicas.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 PAULO FERNANDES MOURA DA SILVA JUNIOR

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.