PERFIL ANTROPOMÉTRICO E CAPACIDADE CARDIORRESPIRATÓRIA DE JOGADORAS AMADORAS DE FUTSAL DA CIDADE DE PATOS-PB

Autores

  • KAMILLA VILAR OLIVEIRA TORRES Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Antropometria. Somatotipia. VO2 máximo.

Resumo

O futsal é um dos esportes que mais cresce nos últimos anos, tanto para homens quanto para mulheres em todo mundo. Porém são poucas as pesquisas existentes sobre o futsal feminino amador, que caracterize o perfil antropométrico e a capacidade cardiorrespiratória das atletas. Este estudo tem como objetivo identificar o perfil antropométrico e a capacidade cardiorrespiratória de jogadoras amadoras de futsal da cidade de Patos-PB. A população alvo foi composta por 13 atletas da AABB com faixa etária entre 18 e 30 anos. O perfil foi obtido através da avaliação antropométrica (peso, altura, diâmetro ósseo, dobras cutâneas) e a capacidade cardiorrespiratória através do YO-YO teste (VO2 máximo). Para a determinação do somatotipo foram coletados dados antropométricos, seguindo o método proposto por Heath e Carter (1967). A coleta foi realizada em dois dias, no primeiro as avaliações antropométricas e no segundo dia o teste de VO2 máximo. Para a análise dos dados utilizou-se uma estatística descritiva através de medias e desvios padrão com ajuda do programa Statistical Package for the Social Science (SPSS). Os resultados apontaram que quanto a antropometria a média e desvio padrão do IMC foi de 24,21±3,64 e 53,8% das atletas são endomorfo-mesomorfo. O VO2 máximo resultou em uma média de 31ml.kg/min, sendo muito inferior aos estudos encontrados com atletas de alto rendimento. Concluí-se que em relação ao perfil antropométrico pelo IMC as atletas se encontram com peso normal e somatotipo predominante de endomorfo-mesomorfo. E de acordo com o VO2 máximo encontrado, classificam-se como regular.

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Publicado

2024-09-16

Como Citar

TORRES, K. V. O. (2024). PERFIL ANTROPOMÉTRICO E CAPACIDADE CARDIORRESPIRATÓRIA DE JOGADORAS AMADORAS DE FUTSAL DA CIDADE DE PATOS-PB. Repositório Institucional Do Unifip, 2(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/4230

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