BEM-ESTAR SUBJETIVO E COPING EM PACIENTES HOSPITALIZADOS E SEUS FAMILIARES

Autores

  • FERNANDA KEURY BARBOSA MORAIS Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Bem-estar subjetivo. Câncer. Coping. Hospitalização.

Resumo

Este estudo investigou a relação entre bem-estar subjetivo e estratégias de enfrentamento em 12 pacientes oncológicos e 13 familiares, selecionados de forma acidental. A maioria dos participantes era do sexo feminino (96%), casados (64%), com Ensino Médio completo (44%), católicos (76%), e com renda familiar mensal de um salário mínimo (60%). A idade variou entre 24 e 71 anos, com média de 44,76 anos (desvio padrão = 11,99). Foram utilizados instrumentos como a Escala Modos de Enfrentamento de Problemas (EMEP), a Escala de Bem-Estar Subjetivo (EBES) e um questionário misto. Os resultados mostraram que as estratégias de enfrentamento predominantes envolveram práticas religiosas e foco no problema, com níveis moderados de afetos positivos e satisfação com a vida, e baixos de afetos negativos. Correlações significativas foram encontradas entre as dimensões de bem-estar subjetivo e as estratégias de coping, sugerindo que estratégias ativas de enfrentamento estão associadas a um maior bem-estar. A análise de similitude destacou a complexidade das experiências emocionais, ressaltando a importância da espiritualidade e religião no enfrentamento do câncer.

 

 

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Publicado

2024-09-17

Como Citar

MORAIS, F. K. B. (2024). BEM-ESTAR SUBJETIVO E COPING EM PACIENTES HOSPITALIZADOS E SEUS FAMILIARES. Repositório Institucional Do Unifip, 9(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/4352

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