ANÁLISE DA PRÁTICA DE AUTOMEDICAÇÃO DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19

Autores

  • LUAN VIEIRA AGOSTINHO DE SOUSA UNIFIP

Resumo

Introdução: A prática de automedicação consiste na utilização de medicamentos sem prescrição
ou acompanhamento de qualquer profissional de saúde para tratar seus sintomas atuais ou como
medida profilática. Este hábito está presente no mundo inteiro, sendo adotada pelas mais variadas
idades e áreas de atuação, incluindo profissionais de saúde. Durante a pandemia de COVID-19, a
prática de automedicação apresentou mais evidência devido a euforia em relação ao SARS-CoV
2, sendo feito o usa das mais variadas medicações pela população mundial. Objetivo: analisar o
uso da prática de automedicação durante a pandemia de COVID-19. Método: Trata-se de uma
revisão integrativa de literatura, executada em seis fases, realizadas na plataforma de busca da
National Library of Medicine e na Biblioteca Virtual em Saúde, em que foram elegíveis 243
artigos nos quais foram selecionados 18 artigos para avaliação. Resultados: O estudo demonstrou
que os principais fatores preponderantes para automedicação durante a pandemia da COVID-19
se referem a fatores emocionais e socioeconômicos, assim como para o tratamento dos seus
sintomas atuais. Os principais medicamentos utilizados foram os analgésicos, antibióticos,
antiparasitários e vitaminas. Considerações finais: Os pacientes apresentaram como principais
fatores preponderantes o medo e incerteza sobre a doença assim como a recomendação de amigos
e familiares para utilização da prática como método profilático, portanto torna-se necessária a
educação da população diante da prática de automedicação. Introdução: A prática de automedicação consiste na utilização de medicamentos sem prescrição
ou acompanhamento de qualquer profissional de saúde para tratar seus sintomas atuais ou como
medida profilática. Este hábito está presente no mundo inteiro, sendo adotada pelas mais variadas
idades e áreas de atuação, incluindo profissionais de saúde. Durante a pandemia de COVID-19, a
prática de automedicação apresentou mais evidência devido a euforia em relação ao SARS-CoV
2, sendo feito o usa das mais variadas medicações pela população mundial. Objetivo: analisar o
uso da prática de automedicação durante a pandemia de COVID-19. Método: Trata-se de uma
revisão integrativa de literatura, executada em seis fases, realizadas na plataforma de busca da
National Library of Medicine e na Biblioteca Virtual em Saúde, em que foram elegíveis 243
artigos nos quais foram selecionados 18 artigos para avaliação. Resultados: O estudo demonstrou
que os principais fatores preponderantes para automedicação durante a pandemia da COVID-19
se referem a fatores emocionais e socioeconômicos, assim como para o tratamento dos seus
sintomas atuais. Os principais medicamentos utilizados foram os analgésicos, antibióticos,
antiparasitários e vitaminas. Considerações finais: Os pacientes apresentaram como principais
fatores preponderantes o medo e incerteza sobre a doença assim como a recomendação de amigos
e familiares para utilização da prática como método profilático, portanto torna-se necessária a
educação da população diante da prática de automedicação. 

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Publicado

2026-05-20

Como Citar

SOUSA, L. V. A. D. (2026). ANÁLISE DA PRÁTICA DE AUTOMEDICAÇÃO DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19. Repositório Institucional Do Unifip, 10(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/6635