A INCIDÊNCIA DE COLECISTITE EM PACIENTES SUBMETIDOS A DIFERENTES TIPOS DE CIRURGIA BARIÁTRICA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
Resumo
Objetivo: Avaliar a incidência de colecistite em pacientes submetidos a diferentes técnicas de cirurgia bariátrica, identificando fatores de risco e estratégias de prevenção. Método: Revisão sistemática da literatura nas bases PubMed, SciELO, BVS, ScienceDirect e Cochrane Library, utilizando descritores DeCS e MeSH “Bariatric Surgery”, “Cholecystitis” e “Postoperative Complications”. Seleção de estudos publicados nos últimos dez anos com dados quantitativos sobre colecistite pós-operatória. Triagem em três fases segundo as diretrizes do PRISMA. Resultado: Sete estudos associaram a gastrectomia vertical a maiores taxas de colecistite, especialmente no primeiro ano pós-cirurgia. Intervenções profiláticas com ácido ursodesoxicólico reduziram significativamente a formação de cálculos. Fatores como perda ponderal rápida e sexo feminino aumentaram o risco. Conclusão: A incidência de colecistite varia conforme a técnica bariátrica e aspectos individuais. A profilaxia farmacológica e o monitoramento personalizado podem otimizar os desfechos clínicos.
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