A INCIDÊNCIA DE COLECISTITE EM PACIENTES SUBMETIDOS A DIFERENTES TIPOS DE CIRURGIA BARIÁTRICA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Autores

  • ERINALDO PINTO DE ALMEIDA JUNIOR UNIFIP

Resumo

Objetivo: Avaliar a incidência de colecistite em pacientes submetidos a diferentes técnicas de cirurgia bariátrica, identificando fatores de risco e estratégias de prevenção. Método: Revisão sistemática da literatura nas bases PubMed, SciELO, BVS, ScienceDirect e Cochrane Library, utilizando descritores DeCS e MeSH “Bariatric Surgery”, “Cholecystitis” e “Postoperative Complications”. Seleção de estudos publicados nos últimos dez anos com dados quantitativos sobre colecistite pós-operatória. Triagem em três fases segundo as diretrizes do PRISMA. Resultado: Sete estudos associaram a gastrectomia vertical a maiores taxas de colecistite, especialmente no primeiro ano pós-cirurgia. Intervenções profiláticas com ácido ursodesoxicólico reduziram significativamente a formação de cálculos. Fatores como perda ponderal rápida e sexo feminino aumentaram o risco. Conclusão: A incidência de colecistite varia conforme a técnica bariátrica e aspectos individuais. A profilaxia farmacológica e o monitoramento personalizado podem otimizar os desfechos clínicos.

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Publicado

2026-05-20

Como Citar

JUNIOR, E. P. D. A. (2026). A INCIDÊNCIA DE COLECISTITE EM PACIENTES SUBMETIDOS A DIFERENTES TIPOS DE CIRURGIA BARIÁTRICA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. Repositório Institucional Do Unifip, 10(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/6670