O USO DA RADIOFREQUENCIA NO TRATAMENTO DO FIBROEDEMA GELÓIDE

Autores

  • MARIANA MOREIRA DANTAS Unifip

Palavras-chave:

Radiofrequência. Pele. Celulite. Pele. Celulite.

Resumo

O Fibro Edema Gelóide (FEG), popularmente conhecido como celulite, acomete aproximadamente 95% das mulheres e impacta significativamente a autoestima, devido à aparência irregular da pele. Existem diversos tratamentos disponíveis para o FEG, sendo a radiofrequência (RF) uma das técnicas mais eficazes e seguras. A RF promove o aquecimento das camadas profundas da pele, estimulando a lipólise, reorganização das fibras de colágeno e melhora da circulação sanguínea, resultando em uma pele mais uniforme e com redução da flacidez. Este trabalho teve como objetivo analisar os efeitos da radiofrequência como método de intervenção no tratamento do Fibro Edema Gelóide, além de comparar as condições da pele antes e após o procedimento. Como metodologia, foram realizadas buscas específicas nas bases de dados SciELO, PubMed e Scopus, utilizando os descritores: “Celulite”, “Radiofrequência”, “Tecido”, “Tratamento” e “Pele”, sendo selecionadas publicações entre os anos de 2010 a 2025, consideradas relevantes em diversas áreas do conhecimento. Os estudos analisados evidenciam a radiofrequência como uma alternativa eficaz no tratamento do FEG, promovendo maior densificação das fibras de colágeno e proporcionando efeito lifting na pele. Conclui-se que a radiofrequência é um procedimento eficiente para o tratamento do Fibro Edema Gelóide, apresentando resultados positivos quando corretamente aplicado.

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Publicado

2026-09-15

Como Citar

DANTAS, M. M. (2026). O USO DA RADIOFREQUENCIA NO TRATAMENTO DO FIBROEDEMA GELÓIDE. Repositório Institucional Do Unifip, 11(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/8248