Estratificação do risco cardiovascular em pacientes diabéticos tipo 2

Autores

  • Diego Bitu de Melo e Silva UNIFSM, Cajazeiras, Paraíba, Brasil
  • Ankilma do Nascimento Andrade UNIFSM, Cajazeiras, Paraíba, Brasil
  • Silvia Ximenes Oliveira Unifip - Centro Universitario de Patos - PB
  • Aracely Gonçalves Vieira UNIFSM, Cajazeiras, Paraíba, Brasil
  • Emanuely Rolim Nogueira UNIFSM, Cajazeiras, Paraíba, Brasil
  • Ana Claúdia Silva Cabral UNIFSM, Cajazeiras, Paraíba, Brasil
  • Fred Brasileiro Costa Júnior UNIFSM, Cajazeiras, Paraíba, Brasil

Palavras-chave:

Diabetes Mellitus, Doenças Cardiovasculares, Fatores de risco

Resumo

A prevalência de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e suas comorbidades, como a hipertensão, representa um desafio significativo para a saúde pública devido ao risco elevado de complicações cardiovasculares. O objetivo deste estudo é descrever o perfil de risco cardiovascular em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 atendidos em uma clínica escola. Trata-se de uma pesquisa descritiva, de corte transversal com abordagem quantitativa, realizada na Clínica Santa Maria, situado na cidade de Cajazeiras/PB. O processo de amostragem foi realizado por conveniência, considerando que as consultas de acompanhamento eram agendadas previamente. A amostra final foi composta por 35 usuários que frequentaram o ambulatório e preencheram os critérios de inclusão e exclusão durante o período de novembro de 2022 a dezembro de 2022. Foi realizada uma avaliação da estratificação do risco cardiovascular pelo Escore de Risco Global (ERG) de Framingham. Os dados coletados foram registrados em planilha impressa padronizada, para posterior computação em planilha no Excel e analisados por frequência simples e absoluta discutidos com a literatura vigente. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Santa Maria, mediante documento número 5755201. Os principais resultados indicam uma alta prevalência de obesidade entre os pacientes com DM2, correlacionando-se com descontrole glicêmico e aumento do risco de complicações. De acordo com o Escore de Framingham, foi observado um risco cardiovascular em mulheres e a minoria em homens, sendo a maioria classificados como alto risco em ambos os sexos. A melhoria na assistência à saúde na atenção primária é crucial, focando na prevenção primordial e na implementação de estratégias preventivas personalizadas.  

Referências

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Publicado

2024-09-05

Como Citar

Silva, D. B. de M. e, Andrade, A. do N., Oliveira, S. X., Vieira, A. G., Nogueira, E. R., Cabral, A. C. S., & Costa Júnior, F. B. (2024). Estratificação do risco cardiovascular em pacientes diabéticos tipo 2. Revista Coopex., 15(3), 6271 – 6282 . Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/coopex/article/view/3825

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