MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS DA DOENÇA CELÍACA E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIAGNÓSTICO TARDIO

Autores

  • PAMMELA RIKELLY FRANÇA ALVES Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Doença celíaca, Diagnóstico tardio, Avaliação de Sintomas

Resumo

Identificar as principais manifestações atípicas da doença celíaca.

 

Métodos: Revisão integrativa da literatura, formulou-se a seguinte questão norteadora: “Quais as manifestações atípicas da Doença Celíaca e suas implicações no diagnóstico tardio?”. As busca foram feitas nas bases de dados US National Library of Medicine National Institutesof Health (PUBMED), Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), EBSCOHOST e SCIENCEDIRECT, disponíveis de forma íntegra, assim como foram selecionados Estudos de Coorte, Ensaio clínico controlado e Estudo de caso controle, Relato de Caso, Revisões Sistemáticas. Em seguida, por meio da leitura e análise dos resumos, considerou-se uma amostra final constituída de 17 publicações.

 

Resultados: A maioria dos artigos selecionados foi de Estudo de Coorte. Em relação às principais manifestações atípicas da DC, acentuam-se as que dificultam o diagnóstico precoce: retardo do crescimento com consequente baixa estatura, desnutrição, osteopenia/osteoporose, osteomalácia, anemia, defeitos do esmalte do dentário e outras manifestações orais; e outras menos evidentes, como dermatite, artrite, patologia de forte associação com doenças autoimunes, como doenças das tireoide, diabetes tipo 1, bem como uma série de doenças congênitas, como deficiência de IgA, entre outros. Conclusões: É notória a necessidade do conhecimento sobre essa temática, a fim de conscientizar os profissionais e a sociedade sobre as consequências clínicas e sociais geradas pelo diagnóstico tardio da doença celíaca. Mesmo que o benefício da exclusão do glúten da dieta traga a diminuição de sintomas e dos riscos para o indivíduo, a dieta livre de glúten é cara e representa um fardo social para os pacientes.

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Publicado

2024-07-23

Como Citar

ALVES, P. R. F. (2024). MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS DA DOENÇA CELÍACA E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIAGNÓSTICO TARDIO. Repositório Institucional Do Unifip, 6(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/1278

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