DIFICULDADES NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA URTICÁRIA CRÔNICA ESPONTÂNEA: RELATO DE CASO

Autores

  • PATRICIA FERREIRA DE ARAUJO Unifip - Patos PB

Palavras-chave:

Urticária, Diagnóstico, Tratamento

Resumo

INTRODUÇÃO: A urticária é uma irritação cutânea bastante comum. Podendo ser classificada em urticária aguda, quando os sinais e sintomas desaparecem em menos de seis semanas, ou crônica, quando duram por seis semanas ou mais; dentre as crônicas, têm-se a: Urticária Crônica Induzida (UCI), quando um fator é identificado, ou Urticária Crônica Espontânea (UCE), quando a doença ocorre sem uma causa identificada. Cerca de um a dois terços dos indivíduos apresentam clinicamente pápulas e angioedema, enquanto que um terço apresenta apenas pápulas, e uma percentagem ainda menor apresenta somente angioedema. O diagnóstico da patologia em questão é feito a partir da história clínica detalhada, seguida da realização de um exame físico do paciente. A sua abordagem terapêutica é sintomática, devendo ser continuada até o controle completo dos sintomas. OBJETIVO: Analisar as dificuldades no diagnóstico e tratamento da UCE. MÉTODO: Foi realizado um relato de caso de caráter descritivo e documental. O estudo foi executado na policlínica de especialidades CLINFIP, Patos-PB. O instrumento utilizado no estudo foi o prontuário para acompanhamento e extração de dados do caso. RESULTADOS: Constatou-se que a paciente do caso relatado é portadora da UCE, pela sua condição clínica e os exames laboratoriais apresentados, além do controle da doença com o tratamento instituído. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A UCE é difícil de ser diagnosticada devido ao fato de pertencer a um grupo de doenças que compartilham do mesmo quadro clínico. Ao mesmo tempo, o acesso ao tratamento dos casos refratários é muito custoso, o que dificulta ainda mais a qualidade de vida desses pacientes.

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Publicado

2024-07-25

Como Citar

ARAUJO, P. F. D. (2024). DIFICULDADES NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA URTICÁRIA CRÔNICA ESPONTÂNEA: RELATO DE CASO. Repositório Institucional Do Unifip, 4(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/1443

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