ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS INTERVENÇÕES FISIOTERAPÊUTICAS E MEDICAMENTOSA NO TRATAMENTO DA CEFALEIA TENSIONAL
Palavras-chave:
Dor, Cefaléia do tipo tensional, Terapêutica, FisioterapiaResumo
Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), conceitua dor como
uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada, ou semelhante
àquela associada, a uma lesão tecidual real ou potencial. Baseada na neurofisiologia
da dor, ela pode ser neuropática, nociceptiva e nociplástica. A dor de cabeça ou
cefaleia pode ser definida como uma dor craniofacial sem causa subjacente aparente
com cefaleia recorrente ou persistente. O estudo tem os objetivos avaliar o perfil
demográfico, caracterizar o quadro álgico no modelo biopsicossocial e investigar a
eficácia das intervenções fisioterapêuticas em comparação à medicamentosa. Trata-
se de um estudo comparativo, com abordagem quali-quantitativa, de finalidade
exploratória, com coleta de dados através de corte transversal e intervenção,
aplicação de entrevista semiestruturada, ferramentas avaliativas como Escala Visual
Analógica (EVA), HIT-6. O local do estudo foi o Centro Universitário de Patos - UNIFIP,
localizado na cidade de Patos no Estado da Paraíba. A amostra foi composta por 8
acadêmicos, de ambos os sexos, com idade maior que ou igual a 18 anos, que
aceitaram fazer parte da pesquisa e que estão de acordo com os critérios de
elegibilidade, sendo 4 com intervenções fisioterapêuticas (G1) e 4 intervenções
medicamentosas (G2). Observou-se predomínio do sexo feminino (75%), com média
de idade de 23,62% anos, 61,1% possui uma má qualidade de sono. Na avaliação, o
G1 50% apresentaram dor em intensidade 1 e no G2 100% não apresentaram
nenhuma dor no dia da avaliação. Na reavaliação, para o G1 100% não apresentaram
do e no G2 25% relatou dor de intensidade 6. Por fim através da pesquisa evidenciou
a efetividade do tratamento medicamentoso e a fisioterapeutico na cefaleia tensional,
com destaque para o fisioterapêutico no qual através dos regsitros qualiquantitativos
mostrou influencia na capacidade functional, utilizando técnicas como mobilização
posteroanterior na região cervical, dry needling em trapézio, liberação miofascial
manual/instrumental(trapézio, escaleno do pescoço e da cabeça), descompressão da
região cervical com cinto de mulligan, exercícios de manter/relaxer, contrair/relaxer e
fortalecimento e mobilidade do pescoço, para a redução dos episódios e intensidade
das dores fazendo com que haja melhora na qualidade de vida.
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