AVALIAÇÃO DA FORÇA DE PREENSÃO PALMAR DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS
Palavras-chave:
Idoso, Instituição de longa permanência, Força de preensão palmarResumo
O envelhecimento humano apresenta características peculiares, que estão relacionadas a influências de fatores extrínsecos e intrínsecos. A força de preensão palmar está associada com as AVDs como também na independência e quando esta força é reduzida pode gerar limitações funcionais importantes. Pressupõe-se que os idosos institucionalizados tenham um maior déficit de força muscular e dependência funcional. O objetivo deste estudo é avaliar a força de preensão palmar em idosos institucionalizados. O presente estudo trata-se de uma pesquisa de campo, descritiva e tranversal, quantitativa e exploratória com dados relacionados à força de preensão palmar de uma população idosa institucionalizada. Para isso foram avaliados 18 idosos de ambos os sexos e que residem em uma instituição de longa permanência. Para mensurar a força de preensão palmar foi utilizado um dinamômetro Takei mecânico manual. Os dados quantitativos foram tabulados utilizando o software Microsoft Excel 2010 e graficados utilizando o Statistical Package for the Social Sciences (SPSS). Os dados da amostra foi composto por 18 idosos, sendo (50%) do sexo masculino e (50%) do sexo feminino, faixa etária de 77,61 anos, cor parda, sendo a maioria solteiros, católicos, aposentados e analfabetos, com renda de 1 a 3 salários mínimos, agregados pela família de acolhimento, com apoio da instituição a mais de 3 anos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos privada e tendo a orientação para o pedido de apoio dada por familiares, onde a maioria não possuíam o hábito de fumar e não consumiam bebidas alcoólicas, sendo todos sedentários, (39,0%) possuem independência para realizar as AVDS, (50,0%) dos idosos não possui nenhum tipo de doença pregressa, na Força de Preensão Palmar os homens obtiveram em ambas as mãos valores de médias maiores que as mulheres e no Mini Exame do Estado Mental verificou-se que a maioria dos idosos foram classificados como analfabetos. Concluí-se que os idosos institucionalizados tem déficit de força de preensão palmar, o que pode representar um fator de risco para dependência futura na capacidade funcional.
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