ESPESSAMENTO MUCOSO NO SEIO MAXILAR ASSOCIADO AS LESÕES INFLAMATÓRIAS PERIAPICAIS: AVALIAÇÃO ATRAVÉS DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FEIXE CÔNICO (TCFC)

Autores

  • MIGUEL SIQUEIRA VILAROUCA FILHO Unifip - Patos PB

Palavras-chave:

Tomografia Computadorizada por Raios X; Seio Maxilar; Endodontia.

Resumo

A membrana Schneider é um revestimento das paredes internas do seio maxilar3, lesões periodontais ou endodônticas, pode ocorre a disseminação de patógenos inflamatórios devido a fina camada óssea que protege o assoalho do seio maxilar acima dos ápices dentários6. Se faz necessário avaliar a prevalência do espessamento mucoso no seio maxilar associado as lesões inflamatórias periapicais por TCFC. Aksoy e Orhan, propuseram a seguinte mensuração do espessamento do seio maxilar: Grau 1: 0 a 2 mm de espessura, como espessamento normal da mucosa; Grau 2: maior que 2 a 10 mm, espessamento moderado da mucosa; Grau 3: maior que 10 mm, espessamento severo da mucosa.9 O espessamento mucoso nos seios maxilares foi mais comum no gênero masculino (75%), associado a molares com lesão inflamatória periapical (88,2%). Pode ser mais um fator causador de espessamentos patológicos do seio maxilar, lesões do Tipo III, que possuem uma maior incidência.

 

 

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Publicado

2024-08-09

Como Citar

VILAROUCA FILHO, M. S. (2024). ESPESSAMENTO MUCOSO NO SEIO MAXILAR ASSOCIADO AS LESÕES INFLAMATÓRIAS PERIAPICAIS: AVALIAÇÃO ATRAVÉS DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FEIXE CÔNICO (TCFC). Repositório Institucional Do Unifip, 5(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/2227

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