Ressonância magnética de próstata com bobina endorretal no manejo diagnóstico de paciente com câncer.
Palavras-chave:
Câncer de próstata. Diagnóstico. Exame de imagem. Ressonância magnética.Resumo
O câncer de próstata é uma das doenças mais frequentes do mundo. Além disso, é o segundo tipo de câncer que mais acomete homens no Brasil. Nesse contexto, torna-se extremamente necessário a realização de exames que aumentem as chances de diagnóstico precoce, bem como a redução da mortalidade. Assim, a ressonância magnética (RM) com bobina endorretal surge como uma possibilidade para estes fins. Portanto, o presente estudo teve como objetivo reunir e analisar as evidências científicas que tange sobre a importância do uso da RM no manejo de indivíduos com câncer de próstata. Trata-se de uma revisão narrativa realizada a partir de estudos publicados na MEDLINE, SciELO e Google Scholar. Para cada base uma estratégia de busca específica foi formulada por meio da combinação livre das seguintes palavras-chaves: “câncer”, “câncer de próstata”, “exame de imagem”, “ressonância magnética”, “detecção”, “estadiamento” e “tratamento”, além de seus respectivos sinônimos em inglês. Foram incluídos na presente revisão estudos observacionais e clínicos que descrevessem a importância da ressonância magnética no estadiamento e tratamento do câncer de próstata. As evidências sintetizadas e analisadas no presente estudo permitem sugerir que a RM com uso de bobina endorretal é segura e efetiva para a identificação do câncer de próstata, bem como o seu estadiamento. Mais pesquisas são necessárias para que se possa comparar essa técnica aos novos métodos que estão surgindo atualmente no mercado.
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