TROMBOFILIA INFANTIL: DA SUSPEITA AO TRATAMENTO
Palavras-chave:
Trombofilia infantil. Tromboembolimo venoso. Deficiência da proteína C. Anticoagulantes. Diagnóstico.Resumo
A doença tromboembólica na infância é multifatorial, ou seja pode apresentar mais de dois fatores de risco, os fatores de risco citados pelos autores são clínicos adquiridos por meio de cateter venoso central e doença subjacente e tromboflia herdada que é definida pelos autores como tendência geneticamente determinada a desenvolver tromboembolismo venoso; O termo trombofilia "hereditária" ou "herdada" tem sido mais comumente aplicado a condições nas quais uma mutação genética afeta a quantidade ou a função de uma proteína no sistema de coagulação; Este trabalho tem como objetivo buscar na literatura pertinente os fatores associados a trombofilia infantil bem como os sintomas, diagnóstico e tratamento. O presente estudo foi realizado com base em uma revisão sistemática das principais publicações que abordam o tema trombofilia em crianças e suas principais complicações, foram lidos 49 artigos dos quais foram selecionados 30, os critérios de inclusão foram: artigos nos idiomas inglês, português e espanhol, publicados no período de 2000 à 2020; com os seguintes descritores: trombofilia infantil, tromboembolimo venoso, deficiência da proteína C, anticoagulantes, diagnóstico. As bases de dados utilizadas como fonte da pesquisa foram: Pubmed, Google acadêmico, Medline e Lilacs. Com base na pesquisa bibliográfica foram encontrados os seguintes resultados: A maioria dos autores associaram como causa da trombofilia infantil o uso de cateter venoso central em crianças com câncer e debilitadas por uma cirurgia recente. Embora os fatores genéticos não tenham sido descartados, mas para serem desencadeados precisam de um estimulo como, por exemplo: o uso de CVC, já o uso de cateter venoso pode desenvolver trombos em crianças sem fatores genéticos como também em crianças que tem predisposição genética para formação de trombos. Os principais sintomas citados pelos autores foram: foram acidente vascular cerebral e embolia pulmonar, o diagnóstico mais preciso é o exame de imagem ressonância magnética para identificar oclusões nos vasos causados pela formação de trombos, porém os exames menos invasivos seriam os exames de rotina e monitoramento que são hemograma para observar o nível de plaquetas e leucócitos e o principal exame TTPA, e para identificar se o paciente tem alguma deficiência de coagulantes naturais é feito o exame de RT- PCR e de acordo o diagnóstico é escolhido o tratamento mais eficaz para a criança ou neonato, o tratamento mais indicado pelos autores é o uso de heparina de baixo peso molecular e heparina não fracionada.
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