PREFERÊNCIA MUSICAL: COMPARAÇÕES CULTURAIS E RELAÇÕES COM TRAÇOS SOMBRIOS DE PERSONALIDADE

Autores

  • DÉLIS SOUSA BENEVIDES Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Preferência Musical. Traços sombrios. Cultura.

Resumo

Esta pesquisa tem o objetivo de verificar as relações entre os traços sombrios de personalidade e a preferência músical, bem como comparar esta em razão da cultura, considerando um corte microrregional (capital e interior da Paraíba) e um corte macrossocial (nordeste e sul do Brasil)”. Participaram do estudo 523 pessoas com idades entre 18 e 63 anos, foi respondida a Escala de Preferência Musical Abreviada (STOMP), bem como a Dark Triad Dirty Dozen (DTDD) e as perguntas sócio demográficas. Em resumo, os resultados mostraram relações significativas entre os três traços de personalidade sombria e os fatores Intenso e Rebelde (IeR) e Enérgico e Rítmico da preferência musical (EeR). O fator IeR abarca os estilos musicais Alternativo, Rock e Heavy Metal, enquanto o fator Enérgico e Rítmico contempla os estilos dance/eletrônica, rap/hip-hop e soul/funk. O traço Psicopatia correlacionou-se também, de forma negativa, com o estilo musical Convencional, o qual abarca os estilos country (sertanejo), cânticos (gospel), pop e músicas-tema de filmes. Nas análises comparativas entre preferência musical e as diferentes regiões, verificou-se uma diferença significativa no estilo musical Reflexivo e Complexo entre a Capital da Paraíba e o Interior da Paraíba, com uma maior pontuação de preferência para a capital. Ademais, foi possível compreender como a preferência musical e os traços sombrios de personalidade podem estar relacionados. Além disso, a partir das comparações entre as regiões, em geral não significativas, foi possível compreender que aspectos intraindividuais como a personalidade acabam possuindo mais peso na preferência musical do que a cultura.

 

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Publicado

2024-08-27

Como Citar

BENEVIDES, D. S. (2024). PREFERÊNCIA MUSICAL: COMPARAÇÕES CULTURAIS E RELAÇÕES COM TRAÇOS SOMBRIOS DE PERSONALIDADE. Repositório Institucional Do Unifip, 6(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/3140

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