EFEITO REBOTE A LONGO PRAZO EM PACIENTES SUBMETIDAS AO TRATAMENTO RADIOTERÁPICO DO CÂNCER DE MAMA: REVISÃO DE LITERATURA
Palavras-chave:
Câncer de mama, Efeito rebote, Tratamento radioterápicoResumo
O câncer de mama é uma das principais causas de morte entre mulheres no brasil. Seu tratamento inclui cirurgia,
quimioterapia, hormonoterapia e radioterapia, dependendo do estágio da doença e das características do tumor. A
radioterapia é fundamental para eliminar células cancerígenas residuais e reduzir recidivas, mas pode desencadear o
“efeito rebote”, em que o câncer retorna após uma aparente remissão, devido à resistência de algumas células ao
tratamento. Além disso, pode causar o “efeito reboque”, uma retração dos tecidos irradiados, que leva à fibrose e
alterações estéticas, impactando negativamente a qualidade de vida da paciente. Avanços como a radioterapia de
intensidade modulada (imrt) têm sido desenvolvidos para minimizar esses efeitos, mas o acompanhamento clínico e a
reabilitação, como fisioterapia, são essenciais para reduzir o desconforto e melhorar o prognóstico. O rastreamento
precoce, recomendado para mulheres de 50 a 69 anos, é crucial para diagnósticos mais precoces, aumentando as chances
de cura. O objetivo do presente estudo é apresentar uma revisão bibliográfica sobre o impacto do efeito rebotee como
ele afeta a qualidade de vida das pacientes com câncer de mama que passaram por radioterapia. A pesquisa seguiu uma
abordagem qualitativa, utilizando as bases scielo, pubmed e lilacs para a coleta de dados. Apesar dos efeitos colaterais,
a radioterapia continua sendo um tratamento essencial no combate ao câncer de mama. As inovações tecnológicas têm
reduzido os impactos negativos, e os benefícios superam as desvantagens, desde que a decisão seja personalizada para
cada paciente.
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