COMPARAÇÃO ENTRE TRATAMENTOS FARMACOLÓGICOS E NÃO FARMACOLÓGICOS NA DOR CRÔNICA DE JOGADORES DE FUTEBOL: EFEITOS NA GESTÃO DA DOR E NA QUALIDADE DE VIDA
Palavras-chave:
Palavras-chave: Dor Crônica, Jogadores de Futebol, Controle da Dor, Qualidade de VidaResumo
Objetivo: Avaliar a eficácia de tratamentos farmacológicos e não farmacológicos na gestão da dor crônica
em jogadores de futebol e seus efeitos na qualidade de vida. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa
da literatura realizada em seis etapas bem definidas, com busca sistemática nas bases PubMed, BVS,
Cochrane Library e Google Acadêmico. Após o uso dos descritores “Chronic Pain”, “Soccer Players”, “Pain
Management” e “Quality of Life”, foram identificados 473 artigos publicados entre 2015 e 2025, dos quais 10
compuseram a amostra final com o percurso da seleção baseada nos critérios PRISMA. Resultados:
Abordagens não farmacológicas, como reabilitação funcional e eletroterapia, reduziram significativamente a
dor e melhoraram o desempenho físico. Um estudo relatou melhora de até 30% em testes funcionais e
redução expressiva na escala VAS após seis semanas de tratamento. Tratamentos apenas farmacológicos
mostraram alívio imediato, mas com riscos e eficácia limitada. Estratégias integradas resultaram em melhor
recuperação e menor tempo de retorno ao esporte (média de 49 dias). Conclusão: Conclui-se que
intervenções integradas são mais eficazes na gestão da dor crônica em jogadores de futebol, promovendo
alívio duradouro, recuperação funcional e retorno seguro ao esporte.
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