NÍVEL DE SÍNDROME DO IMPOSTOR EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DE MEDICINA DO INTERIOR DO SERTÃO PARAIBANO
Palavras-chave:
Síndrome, Universitários, MedicinaResumo
Objetivo: Medir os níveis de síndrome do impostor (SI) em estudantes universitários do curso de medicina no interior do sertão paraibano, bem como, comparar os níveis de SI quanto ao sexo e caracterizar a amostra. Metodologia: Foi realizado um estudo de campo de caráter quantitativo, sendo assim, os resultados obtidos serão generalizados uma vez que se trata de grandes números de dados. Para tanto, participaram do estudo 140 estudantes universitários do Curso de Bacharelado em Medicina, devidamente matriculados. Estes, responderam a questões socidemográficas e a Escala Clance do Fenômeno Impostor. Resultados: De acordo com as estatísticas descritivas para caracterização da amostra, dos 140 respondentes, pode-se perceber que eram majoritariamente do sexo masculino (55,7%), solteiros (86,4%), classe socioeconômica (52,1%), católicos (74,3%), IdadeMédia = 23,93 anos (DP = 4,8), maioria destes universitários se encontram na Fase 2 (4° ao 8° período) do curso. Estes universitários, apresentaram um nível de SI de M = 3,2 (DP = 0,89), por fim, o estudo também apontou as mulheres possuem escore estatisticamente maior (M = 3,5; DP = 0,79) do que os homens (M = 2,9; DP = 0,92). Conclusões: Observou-se que estudantes de medicina apresentam uma pontuação que atinge um nível médio da escala de Síndrome do Impostor, refutando a hipótese que apresentariam uma pontuação alta. Por outro lado, a hipótese de que os níveis de Síndrome do Impostor são diferentes entre homens e mulheres foi confirmada, sendo obtidos resultados que apontam que mulheres possuem escore estatisticamente maior que homens.
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