FORMAS PREDOMINANTES E O CONHECIMENTO DE GESTANTES/PUÉRPERAS ACERCA DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA
Palavras-chave:
Enfermagem obstétrica, Gestantes, Parto, Puérperas, Violência obstétricaResumo
Objetivo: Analisar a produção científica sobre as formas predominantes e o conhecimento de gestantes/puérperas acerca da violência obstétrica. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Base de Dados em Enfermagem (BDENF) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Para a busca utilizaou-se os seguintes Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Enfermagem obstétrica; Puérperas e Violência obstétrica. Resultados: Foram selecionados e analisados 12 artigos evidenciando a temática violencia obstétrica revelando as principais formas e o conhecimento de gestantes/puérperas. As manifestações de violência podem se apresentar em formas físicas, verbais, psicológicas e sexuais. Identificou-se diversas formas de violência obstétrica, tais como abuso psicológico, agressões físicas e verbais, aplicação de procedimentos inadequados, negligência no cuidado, manifestação de superioridade e abuso de poder por parte dos profissionais de saúde, subjugação da mulher, bem como discriminação relacionada à raça/cor, bem como o desconhecimento de gestantes/puérperas acerca da temática. Considerações finais: É essencial a implementação de políticas públicas eficazes e a oferta de capacitação para os profissionais de enfermagem, visando assegurar uma assistência humanizada. A prevenção da violência obstétrica requer a preservação da autonomia da mulher gestante e o reconhecimento e valorização dos direitos humanos.
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