PRÁTICAS OBSTÉTRICAS: RELATOS VIVENCIADOS POR MULHERES NO SERVIÇO PUBLICO DE SAÚDE
Palavras-chave:
Violência obstétrica, parto normal, práticas obstétricaResumo
A maternidade é percebida por algumas mulheres como o início de um
novo ciclo, um marco diferencial, que consagra a abrangência do papel feminino,
embora a maioria das pacientes a associe com dor intensa e sofrimento, sendo um
momento de grandes expectativas. Apesar de fisiológico, o trabalho de parto pode sofrer
interferências do estado emocional, da cultura, dos valores, da história da parturiente e
de fatores ambientais. Diante disso, objetivou-se com este estudo retratar as práticas
obstétrica vivenciadas por mulheres atendidas no serviço de saúde pública. Trata-se de
um estudo do tipo exploratório, descritivo com abordagem qualitativa, realizado na
Unidade Básica de Saúde João Cordeiro, Município de Tabira-PE, no mês de outubro
2017, com 05 mulheres que pariram de parto normal no ano de 2016. Para coleta de
dados foi utilizado um roteiro de entrevista semiestruturado contendo perguntas
objetivas. Verificou-se que 100% das puérperas entendem o significado de violência
obstétrica. Portanto esta pesquisa possibilitou a investigação de relatos vivenciados no
serviço publico de saúde no parto através da visão das puérperas. Onde pode se observar
que a equipe de enfermagem faz acolhida a puérpera durante o trabalho de parto,
refletindo em suas atitudes e na melhor forma de introduzir as práticas humanizadas.
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