REGULAÇÃO EMOCIONAL INFANTIL: PERCEPÇÃO DOS PAIS SOBRE A CRIANÇA EM PSICOTERAPIA

Autores

  • MARIA EMANUELLY FIGUEIREDO ALMEIDA Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Regulação Emocional; Psicoterapia; Infância.

Resumo

A regulação emocional é compreendida como estratégias emocionais, construídas para que o indivíduo saiba lidar com as adversidades enfrentadas ao longo do seu percurso de vida. Desse modo, esse estudo teve como objetivo compreender como a regulação emocional pode desencadear benefícios em crianças que são acompanhadas em psicoterapia. Trata-se de uma pesquisa exploratória de abordagem qualitativa que buscou a percepção dos pais, acerca da contribuição da regulação emocional no processo de psicoterapia infantil. A pesquisa foi realizada no sertão paraibano com 08 mães de crianças as quais os filhos estavam em acompanhamento psicoterapêutico. Como instrumento de coleta de dados, foi utilizado uma entrevista semiestruturada, contendo questionário sociodemográfico e uma entrevista aberta sobre a temática, realizada por vídeo chamadas do aplicativo virtual WhatsApp. Para a análise dos dados coletados utilizou-se a Análise de Conteúdo de Bardin. Assim, evidenciou-se o olhar positivo que as mães lançam sobre a psicoterapia infantil, detalhando contribuições as quais envolvem melhorias no desenvolvimento, relações sociais, familiares, aprendizagem, entre outras, a medida que apresentam estratégias emocionais para o enfrentamento de situações diversas, provenientes da regulação emocional no processo psicoterapêutico. Conlui-se que quando a regulação emocional é trabalhada na psicoterapia desde a infância, esta promove bem estar ao indivíduo, não apenas em sua vivência atual, mas também faz armazenamento dessas estratégias para todo seu trajeto de vida, a qual fica percebido que é uma maneira de promover saúde mental e bem-estar.

 

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Publicado

2024-08-27

Como Citar

ALMEIDA, M. E. F. (2024). REGULAÇÃO EMOCIONAL INFANTIL: PERCEPÇÃO DOS PAIS SOBRE A CRIANÇA EM PSICOTERAPIA. Repositório Institucional Do Unifip, 7(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/3101

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