PREFERÊNCIAS POR DOCES E SUA RELAÇÃO COM A OBESIDADE INFANTIL
Palavras-chave:
Obesidade Infantil, Hábitos Alimentares, Crianças, Doces.Resumo
Durante as fases da vida, a alimentação é a principal fonte responsável pela promoção e manutenção da saúde, e a qualidade atual das práticas alimentares infantis, tem sido caracterizada por um consumo excessivo de alimentos de alto valor energético. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar o consumo e o paladar dos escolares, observando o consumo alimentar de doces nas crianças e a relação com o estado nutricional delas. Trata-se de um estudo de campo descritivo, quantitativo. Os instrumentos utilizados para a coleta de dados foi o questionário de frequência alimentar (QFA), uma balança antropométrica digital do tipo plataforma (Welmy®), estadiometro para obtenção de peso e altura. Sendo avaliada um total de 18 crianças, observou-se a prevalência de sexo ser um pouco maior de meninas (55,6%), e o estado nutricional em eutrófia (61,1%), sobrepeso e obesidade (38,9%), quanto ao consumo alimentar, onde os mais consumidos foram torradas e massas (27,8%), preferidos doces e guloseimas (22,2%), salgados, pizzas e hambúrgueres (33,3%), a preferência do paladar doce foi (44,4%) quando relacionados ao consumo de outros alimentos (55,5%). Observou-se que as crianças com preferência aos alimentos doces foram as crianças cujas médias de peso foram mais elevadas quando comparados às médias de peso das crianças que relatam preferência a outros alimentos (p = 0,03). Conclui- se que, há uma prevalência de sobrepeso e obesidade, e os resultados apresentados evidenciam que as preferências e o paladar por doces têm relação com o estado nutricional inadequado.
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