INFLUÊNCIA DAS PRÁTICAS PARENTAIS NA FORMAÇÃO DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR DAS CRIANÇAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR E ESCOLAR, COMO FATOR DESENCADEANTE PARA A OBESIDADE INFANTIL: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Palavras-chave:
Obesidade infantil, estilos parentais, Comportamento alimentar. Pais. Crianças. Nutrição.Resumo
O comportamento alimentar engloba todas as interações com a comida, desde as preferências até os hábitos, incluindo o tempo, o ambiente e a forma de se alimentar. Este estudo tem como finalidade analisar a influência dos pais na formação dos hábitos alimentares de crianças em idade pré-escolar e escolar através de uma revisão bibliográfica e compreender de que forma e por quais motivos os hábitos dos pais influenciam na construção do estilo alimentar dos filhos. Quanto à metodologia adotada neste estudo, trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica, na qual foram feitas buscas por periódicos científicos relacionados a práticas parentais, comportamento alimentar infantil e obesidade infantil, publicados no período de 2020 a 2025, em português e inglês, foi realizada nas plataformas de dados: Scidentific Eletrônic Library Online (SCIELO), Biblioteca Regional de Medicina (Bireme) e U. S. National Library of Medicine (PUBMED), entre os meses de fevereiro a maio de 2025. Foram encontrados 26 estudos inicialmente, sendo posteriormente realizada uma análise criteriosa para verificar quais atendiam aos critérios de inclusão definidos na pesquisa. 06 artigos foram considerados compatíveis com os critérios estabelecidos e selecionados para compor a amostra da pesquisa sobre a influência dos pais na formação do comportamento alimentar infantil para embasar a apresentação dos resultados. Ao concluir esta pesquisa, foi possível observar destaca a influência da família nos hábitos alimentares de crianças em idade pré-escolar, evidenciando o impacto tanto de práticas parentais positivas quanto negativas. A oferta excessiva de alimentos industrializados, aliada à pouca participação dos pais na alimentação, contribui para o desenvolvimento de comportamentos alimentares inadequados e para o aumento do risco de obesidade infantil. Em contrapartida, ações de educação nutricional que envolvem a família, a escola e a mídia, bem como políticas públicas voltadas à segurança alimentar e programas educativos, favorecem a criação de um ambiente alimentar mais saudável para a criança.
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