OS IMPACTOS GERADOS PELA AUTOMEDICAÇÃO POR MIPS: UMA REVISÃO DA LITERATURA

Autores

  • DÁVILA MIRELLE SOUSA COSTA Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Automedicação; Atenção farmacêutica; Medicamentos Sem Prescrição.

Resumo

A automedicação consiste na prática de tomar medicamentos por conta própria, estando os Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs) entre os mais consumidos no mercado farmacêutico brasileiro. Na maioria das vezes é utilizada pelas pessoas para tratar problemas de saúde autolimitados e quando realizada de forma responsável resulta no bem estar da população, podendo ainda contribuir para a economia dos recursos destinados ao tratamento de doenças menores. No entanto, quando utilizada de maneira irresponsável, pode acarretar sérios riscos à saúde. Dessa forma, o presente trabalho tem por objetivo compreender os impactos gerados pela automedicação pelos MIPs, destacando a necessidade da atenção farmacêutica para sua devida orientação. Este estudo trata-se de uma revisão integrativa da literatura científica, onde foi feita uma busca eletrônica nas bases de dados: ScientificElectronic Library Online (Scielo), RSD Journal e Publisher Medline (PubMed), norteada pela questão-problema “Quais os impactos gerados pela automedicação pelos MIPs?” e utilizando os seguintes descritores: Automedicação; Atenção farmacêutica; Medicamentos Sem Prescrição encontrados na plataforma DeCS. Após a busca, os estudos encontrados foram submetidos a alguns critérios de elegibilidade. Logo, foram incluídos os artigos publicados nos últimos cinco anos (2019-2023), em três idiomas (português; inglês e espanhol) e foram excluídos artigos repetidos, incompletos ou que não tratavam da proposta pré-estabelecida. Analisando os artigos selecionados para este estudo, observa-se uma total preocupação quanto ao uso indiscriminado dessas substâncias e há um alerta para as reações que os mesmos podem gerar quando utilizados de forma inadequada quando comparados ao objetivo principal para que foram formulados, podendo resultar em prejuízos á saúde individual e coletiva, por meio de intoxicações, interações medicamentosas, casos de dependência e diagnósticos tardios, os quais elevam os custos destinados á saúde com tratamentos oriundos do mau uso dos medicamentos. Assim, o profissional farmacêutico é fundamental para que haja uma correta prescrição e orientação dos pacientes quanto à automedicação pelos MIPs, promovendo assim o seu uso racional.

 

 

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Publicado

2024-09-13

Como Citar

COSTA, D. M. S. (2024). OS IMPACTOS GERADOS PELA AUTOMEDICAÇÃO POR MIPS: UMA REVISÃO DA LITERATURA. Repositório Institucional Do Unifip, 8(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/3840

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