AVALIAÇÃO DO PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO EM IDOSOS HIPERTENSOS: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • VALESCA ANDRADE DA SILVA Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Automedicação por idosos; pacientes polifarmácia; atenção farmacêutica.

Resumo

A polifarmácia é definida como o uso combinado de quatro ou mais medicamentos. O público que se enquadra nesse contexto são os idosos, isso ocorre principalmente devido a prevalência de doenças crônicas, tornando um grande desafio para o sistema de saúde. Além da prevalência das doenças crônicas, os idosos também praticam a automedicação como uma forma de cuidado a saúde, porém o afeta por falta de prescrição e acompanhamento de um profissional qualificado. Alguns fatores influenciam essa prática, como: influencias de pessoas próximas; propagandas; falta de informações sobre os medicamentos. Diante a Organização Mundial da Saúde (OMS) observou a importância do profissional farmacêutico em equipes de saúde para a melhoria das condições de saúde da população, no intuito de orientar e informar os pacientes sobre o uso de medicamentos. Esse estudo teve por objetivo avaliar as possíveis complicações do ato da automedicação em idosos hipertensos, interações de anti-hipertensivos com a classe de anti-inflamatórios, tendo em vista que é a primeira linha de medicamentos mais utilizada por esse público, e enaltecer a importância do farmacêutico diante essa problemática. Na metodologia utilizou-se como critérios de inclusão, artigos do ano de 2016 a 2022, disponibilizados na íntegra em língua portuguesa e inglesa, que se enquadraram na temática do estudo. As bases de dados usadas, foram: SciElo; Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde (BVS) e PubMed. Resultados: foram revisados 20 artigos, apenas 8 usados para produção de tabela, abordando sobre automedicação em idosos; polifarmácia suas vantagens e desvantagens; prevalência do sexo que mais pratica a automedicação entre os idosos, interações medicamentosas dos anti-hipertensivos com anti-inflamtórios e a importância da orientação farmacêutica sobre o assunto. Conclusão: conclui-se que a hipertensão doença crônica acometida por uma grande parcela dos idosos requer a mudança no estilo de vida, como no uso dos medicamentos. Com isso, deve-se está atento aos riscos associados a polifarmácia e automedicação por idosos e o quão o importante o profissional farmacêutico a frente desse problema, melhorando a farmacoterapia desse público e reduzindo os possíveis erros do uso irracional dos medicamentos, levando em consideração que grande parte desses idosos são carentes de informações sobre os riscos da automedicação.

 

 

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Publicado

2024-09-13

Como Citar

SILVA, V. A. D. (2024). AVALIAÇÃO DO PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO EM IDOSOS HIPERTENSOS: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Repositório Institucional Do Unifip, 8(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/3868

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