NÍVEL DE FLEXIBILIDADE DE ESCOLARES ADOLESCENTES TREINADOS E NÃO TREINADOS EM MUSCULAÇÃO DA CIDADE DE SÃO JOSÉ DO SABUGÍ-PB
Palavras-chave:
Flexibilidade. Adolescência. Musculação. Educação Física.Resumo
A flexibilidade é um tipo de capacidade física considerada elemento essencial que capacita o indivíduo para uma vida ativa e saudável. O objetivo do estudo foi comparar os níveis de flexibilidade de adolescentes escolares treinados e não treinados da cidade de São José do Sabugí - PB. A amostra e composta por 39 indivíduos jovens de ambos os sexos, estudantes do ensino médio da Escola Estadual do Ensino Fundamental e Médio Olavo Bilac, com idade média de 15,9± 0,88, sendo que 19 do sexo masculino com idade de 16,05± 1,02, e 21 do sexo feminino com idade de 15,77± 0,73, estatura média de 164cm ± 9,77 e massa corporal de 61± 14,85. Trata-se de um estudo descritivo com abordagem comparativa, através de dois testes, analisando os níveis de flexibilidade de adolescentes treinados e não treinados. Foram utilizados dois testes: 1) Um teste adimensional (flexiteste adaptado) com 8 exercícios, que permitiram a mensuração da flexibilidade de movimentos articulares, abrangendo as articulações do tornozelo, joelho, quadris, tronco, punho, cotovelo e ombro que foram realizados de forma passiva máxima e fisiológica, abrangendo as articulações da escápulo-umeral, cotovelo, punho, coxo-femural, joelho, tornozelo e tronco, todos realizados do lado direito. A execução dos movimentos é realizada na sua maior amplitude articular individual e avaliada por uma escala numérica de 0 a 4 para obter um resultado global a partir do somatório dos escores obtidos. 2) Teste do Banco de Wells, também conhecido como teste de sentar e alcançar. Os dados foram analisados através da estatística descritiva. E considerando uma distribuição em percentual, média e desvio padrão. A estatística inferencial para a comparação dos grupos foi feita pelos testes T de Student e Anova One Way, utilizando o programa SPSS versão 20. No flexiteste, os resultados quando agrupados independente da prática de atividade física, apresentaram uma média de 20,35 + 4,25 indicando uma flexibilidade média. No teste de Banco de Wells os resultados médios foram de 30,46 + 7,81, indicando também uma flexibilidade média. Os achados deste estudo apontam que o nível de flexibilidade é maior em indivíduos treinados do que em indivíduos não treinados.
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