A ANÁLISE JURÍDICA DECORRENTE DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL HOMÓLOGA POST MORTEM À LUZ DO DIREITO SUCESSÓRIO

Autores

  • AMANDA FREITAS DA CRUZ Unifip Patos - PB

Palavras-chave:

Inseminação artificial; legislação; herança; filiação.

Resumo

Diante das mudanças sociais e do avanço da medicina tornou-se possível armazenar material genético em clínicas de reprodução assistida, sendo possível conservar esse material até depois da morte do genitor, ficando conhecido como inseminação artificial homóloga post mortem. Porém, o direito não conseguiu andar a passos largos como a medicina, deixando o tema em questão sem legislação para regulamentação do assunto tratado. Em virtude da falta de regulamentação jurídica, o assunto sofre variados questionamentos sobre como sucederia o filho advindo da referida técnica. Neste âmbito, a inseminação artificial homóloga post mortem é assunto que diverge posicionamentos doutrinários. Esta pesquisa trata-se de um estudo bibliográfico e pretende abordar os relevantes conflitos relativos ao tema, visando obter soluções para os questionamentos referentes aos direitos sucessórios da prole do de cujus. Para isto, faz-se necessário explorar os princípios norteadores do direito sucessório, utilizando-se dos ensinamentos dos doutrinadores e as jurisprudências existentes, bem como o emprego do princípio da igualdade entre os filhos e o princípio da dignidade da pessoa humana.

 

 

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Publicado

2024-09-27

Como Citar

CRUZ, A. F. D. (2024). A ANÁLISE JURÍDICA DECORRENTE DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL HOMÓLOGA POST MORTEM À LUZ DO DIREITO SUCESSÓRIO. Repositório Institucional Do Unifip, 5(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/4834

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