O USO DE CETAMINA E TERAPIAS ADJUVANTES NO TRATAMENTO DO TRANSTORNO DEPRESSIVO RESISTENTE

Autores

  • THAIZA MILAYNNE GOMES DE SÁ GONDIM Unifip - Patos PB

Palavras-chave:

Transtorno depressivo maior, Transtorno depressivo resistente ao tratamento, Ketamina, Eletroconvulsoterapia

Resumo

A depressão é uma doença insidiosa e crônica que apresenta como principal característica o estado de tristeza profunda, grave e persistente por um tempo mínimo de duas semanas, sendo causada por fatores genéticos, neurológicos e ambientais. O transtorno depressivo resistente ao tratamento é quando o paciente não apresenta melhora dos sintomas mesmo com o uso de dois antidepressivos de classes diferentes em dosagens e duração adequadas. O presente estudo visa analisar a resposta da cetamina e de outras terapias adjuvantes como uma alternativa ao tratamento do transtorno depressivo resistente e por se tratar de uma revisão integrativa da literatura realizou-se buscas nas plataformas National Library of Medicine (PubMed), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Scientific Eletronic Library Online (SCIELO). Na sequência foram estabelecidos os critérios de inclusão, tais como publicações dos últimos 5 anos, nos idiomas inglês e português e texto completo gratuito. Os critérios de exclusão foram estudos que não responderam a pergunta de pesquisa e os que se apresentaram repetidos foram contabilizados apenas uma vez selecionando artigos publicados nos últimos 5 anos nos idiomas português e inglês.. Posteriormente a avaliação crítica dos estudos primários, apenas 18 se mostraram elegíveis para a composição desse estudo. Os resultados mostraram que a dose padrão (0,5 mg/Kg) e a dose alta (1 mg/Kg) de cetamina apresentaram uma maior eficácia quando comparado ao placebo, não apresentando diferenças entre o sexo masculino e feminino e que a ECT presenta superioridade quando comparada a cetamina IV, se mantendo como padrão ouro no tratamento da depressão resistente. Desta forma a cetamina é uma alternativa bastante promissora para o tratamento do transtorno depressivo resistente devido sua rápida ação, efeito prologando e o aumentando das chances de remissão.

 

 

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Publicado

2024-07-19

Como Citar

GONDIM, T. M. G. D. S. (2024). O USO DE CETAMINA E TERAPIAS ADJUVANTES NO TRATAMENTO DO TRANSTORNO DEPRESSIVO RESISTENTE. Repositório Institucional Do Unifip, 8(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/1085

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