O RISCO DA AUTOMEDICAÇÃO DE ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO- ESTEROIDAIS ENTRE OS ESTUDANTES DE ENFERMAGEM
Palavras-chave:
Automedicação, AINES, Enfermagem, Revisão IntegrativaResumo
A automedicação é uma grave problemática que está inserida no contexto brasileiro, trazendo
grandes consequências para a vida de muitas pessoas. Entre os medicamentos utilizados,
encontram-se os anti-inflamatórios não-asteroidais (AINES), que são usados no tratamento de
dores crônicas e agudas que surgem devido à processos inflamatórios, sendo amplamente
utilizados por profissionais da saúde e estudantes dessas áreas, principalmente da enfermagem.
Com base nisso, este estudo teve como principal objetivo realizar uma revisão integrativa acerca
dos riscos que podem surgir através da automedicação de AINES por estudantes de
enfermagem. Para atingir tais objetivos, as buscas foram realizadas nas bases de dados SciELO
e BVS, levando em consideração os artigos científicos com esta temática publicados nos
últimos dez anos (2012-2022). Seguindo estes critérios, dez artigos foram selecionados para a
análise final e dessa forma, foi possível compreender que a prevalência da automedicação entre
os estudantes de enfermagem possui altos muito elevados, sendo um dos principais aspectos
apontados em todos os estudos analisados. Além disso, fatores como acreditar já possuir o
conhecimento necessário acerca do medicamento e da patologia estão por trás das principais
motivações para a automedicação. Portanto, entende-se que a automedicação pode ser
considerada um sério problema de saúde pública e os grandes índices dentro dos cursos dos
profissionais de saúde indicam para a necessidade de intervenções diretas com estes estudantes,
com o objetivo de reduzir os danos causados por esta prática.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 TAYNÁ DE AMORIM BARROS

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.