PREVALÊNCIA DA AUTOMEDICAÇÃO EM ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

  • BRUNA VANESSA NUNES PEREIRA Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Automedicação. Estudante. Ensino Superior. Toxicologia

Resumo

Automedicação, é o uso de qualquer medicamento sem prescrição, orientação e acompanhamento de profissional da saúde habilitado e qualificado. A pratica da automedicação possui riscos inerentes, apesar disso, está presente no cotidiano de grande parte da população, uma vez que a essa população não sabe ou ignora seus efeitos colaterais, se torna um hábito de risco, tanto para quem pratica como aos indivíduos ao seu redor. Este trabalho teve como objetivo correlacionar e analisar a prevalência da automedicação, abordando se há a prática entre os estudantes e quando não se faz comum e quais medicamentos mais utilizados. O estudo trata-se de revisão integrativa da literatura, onde foram selecionados os estudos nas bases periódicas SCIELO e Google Acadêmico, entre 2015 e 2020, utilizando os descritores “Automedicação. Estudante. Ensino Superior. Toxicologia.”. A revisão apontou que há um alto índice da pratica de automedicação pelos estudantes do ensino superior, e as dores, indigestão, dificuldade de respirar, ou seja, patologias agudas são as principais causas para automedicação. Nota-se que a automedicação é algo presente no dia a dia do estudante brasileiro, onde alguns ignoram os efeitos adversos e os riscos da pratica, porém também há os que desconhecem o perigo de se automedicar. O principal fator registrado nos estudos é dor ou incomodo de forma aguda, ou seja, o objetivo maior da automedicação é justamente a busca por alivio de patologias agudas as quais apresentam incômodos quando o organismo não está em homeostase. Outro fator apresentado nos estudos é a falta de atendimento especializado em tempo hábil, o que faz o indivíduo procurar alivio de forma rápida. Contudo, vale ressaltar que essa ação pode acarretar problemas sérios como, intoxicação medicamentosa; insuficiência hepática, renal; hipersensibilidade a fármacos; desenvolvimento de cepas bacterianas mais resistentes, agravando o quadro do paciente. Políticas públicas de promoção a saúde podem evitar, bem como a conscientização nas comunidades e dentro do mundo acadêmico.

 

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Publicado

2024-08-23

Como Citar

PEREIRA, B. V. N. (2024). PREVALÊNCIA DA AUTOMEDICAÇÃO EM ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: REVISÃO INTEGRATIVA. Repositório Institucional Do Unifip, 5(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/2980

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