RELAÇÃO DA AUTOPERCEPÇÃO DE SAÚDE, CAPACIDADE FUNCIONAL E CONDIÇÕES DE SAÚDE EM UM GRUPO DE IDOSAS ATIVAS.
Palavras-chave:
Idoso; Saúde; Grupo Social; Desempenho físico funcional.Resumo
O presente trabalho tem como título a autopercepção de saúde, capacidade funcional e condições de saúde em um grupo de idosas ativas. O objetivo desse trabalho é identificar a relação da capacidade funcional e condições de saúde de um grupo de idosas ativas a partir da sua autopercepção de saúde. Esse estudo trata-se de uma pesquisa quantitativa, descritiva e exploratória, quanto a fonte de dados foi realizada pesquisa de campo localizado na cidade de Catolé do Rocha, no Estado da Paraíba-PB, com a amostra de 15 (quinze) idosas participantes de um grupo de socialização. Quanto ao procedimento de coleta de dados, se deu através de questionário sociodemográfico, condições de saúde e autopercepção da saúde e o Índice de KATZ. A análise de dados que foi utilizada, foi o programa SPSS versão 21.0 para Windowns e o Windows Excel, versão 2010. Os principais resultados revelaram prevalência de idosas com a idade de 81-90 anos (40,1%), que residem com outras pessoas (46,6%). Em relação a participação do grupo, 59,9% relata estarem satisfeitas e 40,1% relataram melhora na sua saúde mental. Quanto as questões de saúde, verificou-se que 53,3% apresentam mais de um problema de saúde, sendo destas 66,7% relacionadas ao sistema circulatório. Em relação as atividades físicas, 100% relataram a prática de destas atividades. No quesito percepção de saúde, 93,3% consideram-se saudáveis, com 46,7% mostrando-se satisfeita com seu estado de saúde atual. No índice de Katz prevaleceu o resultado para independente para AVDS (100%). Conclui-se, portanto que a maioria das idosas apresentou boa autopercepção de saúde e qualidade de vida. Além disso, o grupo de socialização desempenhou um papel importante na promoção da atividade física e mental, bem como na manutenção da autonomia e qualidade de vida das participantes. O estudo apontou a necessidade de considerar fatores contextuais, como a influência familiar, ao desenvolver programas de envelhecimento ativo e saudável. Em suma, os resultados sugerem que a promoção do envelhecimento ativo e saudável é fundamental para melhorar a qualidade de vida das idosas e combater os estigmas associados ao envelhecimento e sua autopercepção de saúde.
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