CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNIFIP CURSO DE BACHARELADO EM FISIOTERAPIA JAYLLA LORENA DOS SANTOS MORBIDADE HOSPITALAR DEVIDO A ENXAQUECA E OUTRAS ALGIAS CEFÁLICAS NO NORDESTE
Palavras-chave:
Perfil epidemiológico., Cefaleia, Qualidade de vidaResumo
Pode-se definir a cefaleia como um sintoma que acomete grande parte da população,
de diferentes idades, principalmente os jovens trabalhadores, com predominância do
sexo feminino, com prevalência de 90% contra 67% dos homens. Caracteriza-se em
grupos em grupos etiológicos: cefaleias primárias, que corresponde a migrânea (ou
enxaqueca) e a cefaleia de tensão. Este trabalho objetivou descrever a morbidade
hospitalar devido a enxaqueca e outras algias cefálicas, identificando o sexo e a faixa
etária mais afetada. Tratou-se de um estudo descritivo que teve uma abordagem
quantitativa. A coleta de dados foi realizada no laboratório de informática do Centro
Universitário de Patos – UNIFIP, no ano de 2021. A população envolvida contou com
os participantes que tiveram enxaqueca e outras algias cefálicas no nordeste entre
2017 – 2020. Nesta pesquisa os dados foram coletados a partir de informações
registradas no SIH/SUS (www.datasus.gov.br). Para análise dos dados e confecção
das tabelas foi utilizado o programa Microsoft Excel 2013. A partir da análise dos
dados, foi possível concluir que, na população estudada a enxaqueca e algias
cefálicas ocorrem predominantemente nos indivíduos do sexo feminino, com faixa
etária entre 35-39 anos. Com isso, podemos adquirir um maior conhecimento acerca
da coletividade com maior índice de internações e definir as características mais
frequentes da patologia, a fim de buscar cada vez mais qualidade nos serviços
prestados a esses indivíduos.
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